Museu de História Natural de Nova York vale a pena?

Artigo escrito com base em experiências que realmente vivemos.

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O Museu de História Natural vale a pena para quem gosta de museus, ciência, animais e dinossauros. Nós visitamos em janeiro de 2026 e, para mim, ele merece entrar no roteiro de Nova York, mas com uma ressalva.

O Museu Americano de História Natural é enorme, a gente sabia e mesmo assim, fomos surpreendidas. Entramos sem definir exatamente o que queríamos ver, nos perdemos lá dentro e acabamos gastando mais tempo do que tínhamos planejado.

Quando percebemos, ainda estávamos no museu e tínhamos um roteiro para continuar naquele dia. Por isso, eu recomendo escolher antes as salas que você realmente quer conhecer e deixar o restante para o tempo que sobrar.

Neste artigo, vou contar como foi a nossa experiência, o que mais gostamos, quanto tempo ficamos por lá e o que eu faria diferente. Assim, você consegue decidir se o Museu de História Natural vale a pena para o seu roteiro e planejar melhor a visita.

Museu de História Natural de Nova York vale a pena?
Oi, eu sou a Lígia. Visitar o Museu de História Natural fez parte do nosso roteiro em Nova York. Neste artigo, compartilho a nossa experiência, o que mais gostamos, quanto tempo ficamos por lá e tudo o que você precisa saber para decidir se a visita vale a pena.

Museu de História Natural vale a pena em 30 segundos:

  • Vale a pena? Sim, principalmente para quem gosta de museus, ciência, animais e dinossauros.
  • Quanto tempo reservar? Pelo menos 2 a 3 horas.
  • Quanto custa? A partir de US$ 43 no GetYourGuide.
  • Nossa principal dica: escolha antes as salas que quer conhecer porque o museu é enorme e nem sempre é fácil se localizar.
  • Combina com: Central Park, que fica literalmente do outro lado da rua.

Afinal, o Museu de História Natural de Nova York vale a pena?

Para nós, o Museu de História Natural de Nova York vale a pena, principalmente para quem gosta de museus. E essa visita mostrou a diferença entre a Fer e eu na hora de viajar.

A Fer adora museus. Ela gosta de parar, ler, entender e explorar as salas com calma. Eu sou mais do time “hm, já vi, próximo”

Então, eu resumiria assim:

Seu perfilVale a pena?
Adora museusSim. Você vai encontrar muitas salas para explorar e provavelmente vai querer reservar algumas horas.
Gosta de história e ciênciaSim. O acervo e o contexto das exposições são boa parte da experiência.
É fã de Uma Noite no MuseuSim. Foi um dos motivos que me fizeram querer conhecer e é divertido reconhecer referências do filme.
Não costuma gostar de museusDepende. Eu escolheria as salas que mais despertam sua curiosidade em vez de tentar conhecer tudo.

Eu fui muito mais pela experiência de conhecer o “museu de Uma Noite no Museu”. A Fer, por outro lado, aproveitou aquilo que eu passaria mais rápido.

E acho que essa diferença resume a visita: você não precisa gostar do museu pelos mesmos motivos que outra pessoa para ele valer a pena no seu roteiro.

O que mais gostamos no Museu de História Natural?

Uma das primeiras partes que chamou a nossa atenção no Museu de História Natural foi a sala em que começamos a visita. Ela reunia diferentes animais pré-históricos, incluindo os mamutes, e foi um ótimo começo para entender o tamanho e a variedade do acervo.

Também estavam na nossa lista duas das partes mais conhecidas do museu: os dinossauros e a famosa baleia suspensa no salão dedicado à vida oceânica. Nós já tínhamos visto os dois em fotos e referências ao museu, então foi legal encontrá-los durante a visita.

Mas a área em que acabamos passando mais tempo foi a dedicada ao espaço e ao universo. Uma das experiências mostrava a Terra e, depois, seguíamos pela exposição entendendo melhor a dimensão e a expansão do universo.

Entre tudo o que vimos, eu destacaria:

  • Os animais pré-históricos e os mamutes, logo no começo da visita;
  • As salas dos dinossauros, que estavam entre as nossas prioridades;
  • A baleia, um daqueles elementos que eu já associava ao museu antes mesmo de conhecê-lo;
  • A área sobre espaço e universo, que acabou prendendo bastante a nossa atenção.

Também escolhemos uma experiência adicional sobre o universo na hora de retirar os ingressos. Ela era narrada pelo Tom Hanks, meu ator preferido, então ganhou pontos extras comigo. 

E ainda veio em uma ótima hora: depois de tanto andar pelo museu, pudemos sentar e descansar alguns minutos enquanto continuávamos aproveitando a visita.

O que não gostamos tanto?

O principal ponto negativo do Museu de História Natural foi o tamanho combinado com a dificuldade para encontrar algumas salas. Mesmo usando o mapa que recebemos na entrada, em alguns momentos parecia que estávamos andando em círculos.

Isso fez a gente perder um tempo que não estava sobrando naquele dia. Sabíamos o que queríamos encontrar, olhávamos o mapa e, ainda assim, nem sempre era simples entender qual caminho seguir.

Também sentimos falta de mais lugares para sentar ao longo do museu. Depois de algumas horas andando, seria bom poder parar por alguns minutos, observar uma exposição com calma e depois continuar.

Agora, sobre o tempo, a Fer e eu temos opiniões completamente diferentes.  😂

Para mimPara a Fer
O tamanho começou a pesar porque ainda tínhamos um roteiro para continuar.O problema foi justamente não ter mais tempo para explorar.
Eu teria escolhido previamente algumas salas como prioridade.Ela facilmente reservaria um dia inteiro para o museu.
Estava pronta para seguir para a próxima atração.Queria continuar lá dentro.

A Fer também não gostou de poder escolher apenas uma atração extra com o nosso ingresso, porque teria conhecido outras.

No fim, nós duas concordamos em uma coisa: planejar o que você quer ver antes de entrar faz muita diferença nessa visita.

Para quem o Museu de História Natural vale mais a pena?

Depois da nossa experiência, eu acho que o Museu de História Natural de Nova York vale mais a pena para quem realmente se identifica com os temas das exposições ou quer incluir um museu no roteiro.

Eu colocaria principalmente estes perfis:

  • Quem gosta de museus: parece óbvio, mas faz diferença. Quem gosta de explorar as salas com calma consegue passar muitas horas por lá, como a Fer facilmente faria. 
  • Quem se interessa por dinossauros, animais e natureza: são temas presentes em boa parte do acervo e estavam entre as áreas que mais gostamos.
  • Quem gosta de espaço e universo: foi um dos nossos destaques e uma das partes em que mais demoramos.
  • Fãs de Uma Noite no Museu: esse foi um dos meus motivos para querer conhecer o museu e reconhecer algumas referências deixou a visita mais divertida para mim.
  • Quem viaja com crianças: vimos muitas famílias durante a visita e o museu tem bastante conteúdo visual e experiências que ajudam a tornar os assuntos mais interessantes.
  • Quem visita Nova York no inverno ou em um dia de chuva: fomos em janeiro e o museu foi uma boa pausa do frio. Só tem um detalhe: lá dentro é bem quente. Tirei o casaco logo no começo e passei a visita inteira carregando ele no braço. 

E para quem talvez não valha tanto a pena?

O Museu de História Natural de Nova York talvez não valha tanto a pena para quem tem poucos dias na cidade, não gosta muito de museus ou já visitou outros museus de história natural e não faz questão de repetir esse tipo de experiência.

Eu, por exemplo, já tinha visitado o Museu de História Natural de Londres em 2016. Mesmo assim, queria conhecer o de Nova York porque Uma Noite no Museu se passa ali, e eu queria conhecer pessoalmente o museu que sempre associei ao filme.

Eu pensaria duas vezes em incluir no roteiro nestes casos:

  • Você tem poucos dias em Nova York: a visita pode ocupar várias horas, principalmente porque o museu é grande e nem sempre é fácil se localizar.
  • Museus não são muito a sua praia: nesse caso, existem outras atrações em Nova York que provavelmente vão fazer mais sentido para você.
  • Você já conhece outro grande museu de história natural: se não tem interesse específico pelo acervo de Nova York, pode priorizar uma experiência diferente.
  • Você tem pouquíssimo tempo disponível: eu não entraria para tentar conhecer tudo correndo.

No meu caso, a ligação com o filme pesou na decisão. Sem essa curiosidade, eu provavelmente teria priorizado outra atração, já que tinha conhecido o museu de Londres alguns anos antes.

E como escolher o que realmente merece espaço na viagem faz diferença, veja como montamos nosso roteiro de 8 dias em Nova York e quais atrações entraram em cada dia. 

Como é visitar o Museu de História Natural de Nova York?

Nós visitamos o Museu de História Natural de Nova York em janeiro de 2026 e chegamos pela entrada principal, na Central Park West. Como era baixa temporada na cidade, encontramos o acesso bem tranquilo e praticamente não pegamos fila.

Museu de História Natural de Nova York vale a pena?
Durante a visita ao Museu de História Natural, descobri que pesaria 25,8 libras na Lua. Depois de subir nessa balança, inclusive, decidi que talvez seja a hora de me mudar para lá. 😂

Depois de entrar, retiramos nossos ingressos e começamos a visita pela área dos mamíferos, onde encontramos animais pré-históricos, como os mamutes. Foi também quando começamos a perceber que o museu era muito maior do que parecia, olhando apenas o mapa.

A partir dali, fomos seguindo pelas salas que chamavam nossa atenção e tentando encontrar alguns pontos, como os dinossauros, a baleia e as áreas dedicadas ao espaço e ao universo.

Só que não tínhamos organizado uma ordem para fazer isso. Em alguns momentos, olhávamos o mapa, escolhemos onde queríamos chegar e, mesmo assim, acabávamos dando voltas ou entrando em outras salas pelo caminho.

Com o passar das horas, o cansaço começou a aparecer e percebemos que a visita estava tomando mais tempo do nosso roteiro do que imaginávamos.

Como é a entrada no museu?

A entrada no Museu de História Natural de Nova York foi bem tranquila na nossa visita. Nós já tínhamos comprado o ingresso antecipadamente, então não tivemos nenhuma espera.

Foi simples:

  1. Entramos pela entrada principal da Central Park West;
  2. Apresentamos a reserva que já tínhamos;
  3. Retiramos o acesso ao museu;
  4. Escolhemos a atração extra incluída no nosso ingresso;
  5. Passamos pelo controle de segurança;
  6. Começamos a visita.

Foi nesse momento que escolhemos a experiência sobre o universo narrada pelo Tom Hanks, que acabou sendo uma das partes que mais gostamos.

A segurança também foi tranquila. Comparando com outras atrações que visitamos em Nova York, como a Estátua da Liberdade e o Summit One Vanderbilt, achamos o procedimento bem mais simples.

Nós não pegamos fila e não tivemos espera. Como fomos durante a baixa temporada em Nova York, acredito que isso tenha ajudado.

No nosso caso, a entrada foi rápida e organizada. Em poucos minutos, já estávamos dentro do museu começando a explorar as primeiras salas.

É fácil se localizar dentro do museu?

Não muito. O Museu de História Natural de Nova York é enorme e, mesmo com o mapa que recebemos na entrada, tivemos dificuldade para encontrar algumas das salas que queríamos conhecer.

O mapa ajuda a entender em qual andar estão as principais exposições, mas achamos a navegação um pouco confusa. Existem muitos corredores, acessos entre salas e caminhos que nem sempre ficam claros quando você está andando pelo museu.

Em alguns momentos, sabíamos onde queríamos chegar, conferimos o mapa e, ainda assim, parecíamos estar andando em círculos. Foi assim que acabamos perdendo parte do tempo que tínhamos reservado para a visita.

O que gostaríamos de saber antes de entrar?

  • Escolha previamente as salas que você realmente quer conhecer;
  • Veja em quais andares elas ficam;
  • Tente montar uma sequência para evitar ficar indo e voltando;
  • Use o mapa desde o começo, e não apenas quando perceber que está perdida. 😂

Hoje, o Fábio, do Dicas Nova York, tem um guia para conhecer o Museu de História Natural em 90 minutos, com uma rota pensada para otimizar o tempo lá dentro.

Ele ainda não existia quando fizemos a nossa viagem. Se tivesse sido lançado antes, eu provavelmente teria comprado, porque teria ajudado a evitar boa parte do tempo que perdemos tentando encontrar as salas pelo museu.

O museu foi uma das experiências mais clássicas que colocamos na viagem. Outra bem diferente foi o Madame Tussauds de Nova York, e eu também conto para quem acho que a visita vale a pena. 

O que ver no Museu de História Natural de Nova York?

Museu de História Natural de Nova York vale a pena?
A baleia azul suspensa no Milstein Hall of Ocean Life é um dos símbolos do Museu de História Natural. Por isso, ela era algo que queríamos encontrar durante a visita.

Escolher o que ver no Museu de História Natural de Nova York antes de entrar é uma das principais recomendações que eu daria depois da nossa visita. O museu é grande demais para simplesmente começar a andar e esperar encontrar tudo pelo caminho.

E foi exatamente o que nós fizemos. Por isso, em vez de listar todas as salas, eu prefiro destacar aquilo que realmente conhecemos e que entrou na nossa lista de favoritos:

  • Dinossauros: uma das áreas mais conhecidas do museu e que já estava entre as nossas prioridades antes da visita.
  • Baleia azul: outro símbolo do Museu de História Natural que já conhecíamos por fotos e queríamos encontrar pessoalmente.
  • Mamutes e outros animais pré-históricos: foi uma das primeiras áreas que visitamos e já começou a mostrar o tamanho e a variedade do acervo.
  • Espaço e universo: foi onde acabamos passando mais tempo e uma das partes que mais gostamos durante a visita.
  • Atrações extras: escolhemos uma experiência sobre o universo narrada pelo Tom Hanks e gostamos bastante.

Você não precisa escolher exatamente os mesmos lugares que nós. O mais importante é definir suas prioridades antes de entrar. Foi o que não fizemos e é a principal coisa que eu mudaria na nossa visita.

Outra atração que entrou no nosso roteiro e que merece algumas horas é o Museu do 11 de Setembro. A experiência é diferente, e contamos como foi a nossa visita. 

Quanto tempo leva para visitar o Museu de História Natural?

Para visitar o Museu de História Natural de Nova York, eu reservaria pelo menos 2 a 3 horas. Mas, sinceramente, lá dentro o céu é o limite. O tempo depende muito do seu interesse e, principalmente, do que você pretende conhecer.

Museu de História Natural de Nova York vale a pena?
Na área externa do Museu de História Natural, encontramos referências a Theodore Roosevelt, que também faz parte da história de Uma Noite no Museu. Mais um detalhe que reconhecemos por lá.

Dá para visitar o museu em 2 horas, sim. Nesse caso, eu escolheria as salas que você mais quer ver e seguiria uma ordem, sem tentar conhecer tudo pelo caminho.

Para ter uma ideia, eu pensaria assim:

  • 2 horas: visita focada nos seus principais interesses;
  • 3 a 4 horas: dá para conhecer mais salas e fazer uma atração extra com mais calma;
  • Meio dia: uma boa escolha para quem realmente gosta de museus;
  • Dia inteiro: não acho exagero para quem gosta de parar, ler e explorar cada exposição.

A Fer facilmente passaria o dia inteiro lá e provavelmente ainda sairia achando que faltou alguma coisa. Eu já prefiro selecionar o que quero conhecer e continuar o roteiro por Nova York. 

Por isso, mais importante do que definir quantas horas ficar é decidir o que você quer ver antes da visita. Com essa lista, fica muito mais fácil calcular o tempo e evitar o erro que cometemos de perder parte dele tentando nos localizar.

E como essas horas precisam caber no restante da viagem, veja também como organizamos nosso roteiro de 17 dias pelos Estados Unidos entre Nova York, Las Vegas e Los Angeles. 

Quanto custa visitar o Museu de História Natural?

O ingresso para o Museu de História Natural de Nova York custa a partir de US$ 43 por pessoa no GetYourGuide. Essa opção inclui a entrada no museu e permite escolher uma das experiências adicionais disponíveis.

Museu de História Natural de Nova York vale a pena?
Nós indicamos comprar o ingresso para o Museu de História Natural com antecedência. Assim, você confere o preço para a sua data e deixa essa parte do roteiro resolvida antes da viagem.

Com esse ingresso, você pode conhecer:

  • Mais de 40 salas de exposições permanentes;
  • Rose Center for Earth and Space;
  • Richard Gilder Center for Science, Education, and Innovation;
  • Uma atração extra com ingresso, escolhida entre as opções disponíveis na data da visita.

Entre essas experiências podem aparecer o Space Show do Planetário Hayden, Invisible Worlds, Butterfly Vivarium, exposições temporárias e filmes em tela gigante.

Foi esse tipo de ingresso que usamos. Na época, escolhemos o Space Show sobre o universo narrado pelo Tom Hanks, meu ator preferido, e acabou sendo uma das partes que mais gostamos.

Eu acho que vale olhar as atrações disponíveis antes de escolher, principalmente porque você terá que decidir qual delas incluir na visita.

Dica: os preços e as experiências disponíveis podem mudar. Confira as opções para a sua data antes de comprar o ingresso.

Qual ingresso nós compramos?

Nós não compramos um ingresso separado para o Museu de História Natural de Nova York. Usamos o Go City Explorer Pass de 7 atrações, que compramos para aproveitar diferentes atrações durante a nossa viagem.

Na hora de trocar o passe pelo ingresso do museu, tivemos uma surpresa: descobrimos que o acesso pelo Go City também dava direito a escolher uma atração extra.

Entre as opções disponíveis, escolhemos o Space Show do Planetário Hayden. Em janeiro de 2026, quando fizemos a visita, a apresentação ainda era narrada pelo Tom Hanks. Hoje, o Space Show é outro e tem narração do Pedro Pascal, por isso você provavelmente encontrará uma experiência diferente da que assistimos.

Para nós, incluir o museu no Go City fez sentido porque ele era uma das sete atrações que usaríamos com o passe. Antes de comprar, eu recomendo comparar o valor das atrações que você realmente pretende visitar para saber se o passe também compensa no seu roteiro.

Para pagar o ingresso e os outros gastos da viagem, nós usamos a Wise nos Estados Unidos. No artigo, conto como foi nossa experiência usando o cartão por lá. 

Como comprar ingresso para o Museu de História Natural?

Para comprar ingresso para o Museu de História Natural de Nova York, eu consideraria três opções: GetYourGuide, Go City Explorer Pass e Civitatis. A melhor escolha depende principalmente das outras atrações que você pretende visitar durante a viagem.

Nós usamos o Go City Explorer Pass de 7 atrações para visitar o Museu de História Natural. Como o passe compensava para o nosso roteiro, compramos tudo antes da viagem.

Eu resumiria assim:

  • GetYourGuide: é a minha primeira opção para comprar o ingresso avulso. Costuma ter cancelamento gratuito em muitas atividades, voucher digital e possibilidade de reservar antecipadamente. Para o museu, o ingresso disponível inclui uma atração extra.
  • Go City Explorer Pass: foi a opção que nós usamos. Eu indicaria para quem pretende visitar várias atrações em Nova York, porque você compra um passe e escolhe quantas atrações quer incluir. No nosso caso, usamos o passe de 7 atrações e economizamos em relação à compra de todos os ingressos separadamente.
  • Civitatis: é uma terceira opção que vale comparar, principalmente para quem prefere pagar em reais e parcelar a compra. 

Eu começaria comparando o GetYourGuide com o Go City. Para comprar somente o Museu de História Natural, ficaria com o primeiro. Para várias atrações, faria as contas para descobrir se o passe compensa no seu roteiro.

Precisa comprar ingresso antecipado?

Eu recomendo comprar o ingresso para o Museu de História Natural antecipadamente, principalmente se a sua viagem for em um período mais movimentado em Nova York. Assim, você já chega com essa parte do roteiro resolvida e evita depender da disponibilidade do dia.

Nós fomos em janeiro, durante a baixa temporada, e usamos o Go City Explorer Pass, que já tínhamos comprado antes da viagem. Para o Museu de História Natural, não precisamos fazer uma reserva de horário antecipada.

Foi diferente, por exemplo, do que aconteceu com o Empire State Building, que mesmo usando o Go City, tivemos que reservar previamente o horário da nossa visita ao observatório.

Agora, para quem vai comprar o ingresso avulso do Museu de História Natural, eu não deixaria para resolver na porta. Compraria antecipadamente, principalmente em períodos como férias, feriados e meses de maior movimento na cidade.

Além de deixar o roteiro mais organizado, você consegue conferir com antecedência o tipo de ingresso, as atrações extras disponíveis e as condições de cancelamento antes de escolher.

Onde comprar o ingresso para o Museu de História Natural?

Para comprar o ingresso do Museu de História Natural de Nova York, eu compararia principalmente o GetYourGuide com o Go City. A melhor opção depende muito mais do seu roteiro do que do museu em si.

OpçãoPara quem eu indicaria
GetYourGuidePara quem quer comprar apenas o ingresso do museu
Go City Explorer PassPara quem vai visitar várias atrações e consegue economizar com o passe
CivitatisPara quem prefere pagar em reais e parcelar

Nós usamos o Go City Explorer Pass de 7 atrações porque, considerando tudo o que queríamos fazer em Nova York, o passe compensava mais do que comprar cada ingresso separadamente.

Agora, eu não compraria um passe só para visitar o museu. Para quem não pretende usar o Go City em outras atrações, minha primeira opção seria comprar o ingresso avulso pelo GetYourGuide.

A Civitatis entra como uma terceira alternativa, principalmente pela facilidade de pagar em reais e parcelar. Eu compararia o valor final e as condições disponíveis para a sua data antes de decidir.

Ingressos representam uma parte importante dos gastos na cidade, então também vale conferir quanto custa viajar para os Estados Unidos e como montamos nosso orçamento. 

Qual é o melhor horário para visitar o Museu de História Natural?

O melhor horário para visitar o Museu de História Natural de Nova York tende a ser próximo da abertura, às 10h, quando você ainda tem boa parte do dia disponível e pode encontrar o museu mais tranquilo.

Os mamutes estão entre os animais pré-históricos que encontramos no Museu de História Natural. Além disso, o tamanho dos esqueletos ajuda a entender por que essa área chama tanta atenção.

Essa é uma dica que eu costumo dar para várias atrações, mas também sei que as manhãs em Nova York são limitadas. Não dá para chegar na abertura de todos os lugares que entram no roteiro.

Nós, por exemplo, visitamos o museu na terça-feira, por volta das 13h, e encontramos as salas relativamente tranquilas. Não tivemos problema com lotação nem enfrentamos filas durante a visita.

Eu atribuo boa parte disso à época da nossa viagem. Fomos em janeiro, durante a baixa temporada, quando Nova York estava bem menos movimentada do que costuma ficar em períodos mais concorridos.

Por isso, eu pensaria assim:

  • Quer tentar evitar o maior movimento? Vá próximo da abertura.
  • Só consegue ir à tarde? Não descartaria a visita por isso.
  • Vai na alta temporada, feriados ou férias? Eu tentaria chegar mais cedo e reservaria o ingresso antecipadamente.

O museu funciona normalmente das 10h às 17h30, então também considere quanto tempo você pretende ficar antes de escolher o horário.

Organizar os horários também fez diferença nos cinco observatórios que visitamos. Eu reuni tudo no nosso comparativo sobre qual é o melhor observatório de Nova York

Como chegar ao Museu de História Natural?

Chegar ao Museu de História Natural de Nova York de metrô é bem fácil. O museu fica no Upper West Side, em frente ao Central Park, e tem uma estação ao lado da entrada.

As linhas A, B e C passam pela estação 81st Street Museum of Natural History. Nós chegamos por ela e não precisamos nem trocar de calçada para entrar no museu. 

Para colocar no mapa:

  • Endereço: 200 Central Park West, Nova York;
  • Estação: 81st Street Museum of Natural History;
  • Linhas: A, B e C;
  • Referência: Central Park fica exatamente em frente.

Nós fomos de metrô e, saindo da estação, levamos apenas alguns minutos até a entrada. Para mim, é a maneira mais simples de chegar ao museu usando o transporte público.

E a localização facilita bastante na hora de continuar o roteiro. Basta atravessar a Central Park West e você já está dentro do Central Park, então é muito fácil combinar as duas atrações no mesmo dia.

O celular foi nosso principal aliado para usar o metrô e nos localizar pela cidade. Veja qual chip internacional usar nos Estados Unidos e as opções que comparamos para viajar conectadas. 

O que fazer perto do Museu de História Natural?

A melhor forma de encaixar o Museu de História Natural no roteiro de Nova York, para mim, é combinar a visita com o Central Park. Os dois ficam um em frente ao outro, foi o que fizemos, e acho até que é meio óbvio.

Depois de visitar o Museu de História Natural, atravessamos a rua e seguimos pelo Central Park. Na foto, estou na Bow Bridge, uma das paradas que fizemos durante o passeio pelo parque.

Assim que saímos do museu, atravessamos a Central Park West e entramos no parque. A ideia era passear sem muita pressa e conhecer alguns pontos pelo caminho.

E nós realmente quase nos “perdemos” pelo Central Park. Quase literalmente, porque foi nesse dia que a bateria do meu celular acabou. 

Mas nosso roteiro começou bem antes:

  • Top of the Rock, pela manhã;
  • 5ª Avenida, onde passeamos depois do observatório;
  • Five Guys da 55th Street, onde paramos para almoçar;
  • Museu de História Natural, no começo da tarde;
  • Central Park, logo depois do museu;
  • Broadway, para terminar o dia.

Foi um dia cheio, mas as atrações se encaixaram bem. E é por isso que eu não reservaria automaticamente um dia inteiro para o museu.

Como você viu, nosso dia começou no Top of the Rock. Foi o nosso observatório preferido em Nova York e contamos como foi a visita no Malas. 

Museu de História Natural com crianças vale a pena?

Sim, o Museu de História Natural de Nova York vale muito a pena com crianças, principalmente pelas exposições de animais, dinossauros, vida marinha e espaço. Durante a nossa visita, vimos muitas famílias pelo museu.

Nós visitamos sem crianças, então não consigo falar da experiência de uma família. Mas algumas áreas claramente chamavam mais a atenção dos pequenos, principalmente a sala da baleia e as exposições de dinossauros.

Também acho que o formato do museu ajuda. Não é uma visita baseada apenas em ler placas e observar objetos pequenos dentro de vitrines. Há esqueletos enormes, animais, fósseis, dioramas e experiências mais visuais e interativas.

Para quem vai com crianças, eu só reforçaria uma dica que já daria para qualquer visitante: não tente conhecer tudo.

Escolha as salas que mais combinam com a idade e os interesses delas e monte a visita a partir disso. O museu é muito grande e nós mesmos sentimos falta de mais lugares para sentar e descansar durante o percurso.

Carrinhos de bebê são permitidos no museu, embora algumas exposições e experiências especiais possam ter restrições de acesso.

Outra decisão importante antes de embarcar é a proteção da viagem. Nós contamos qual seguro viagem contratamos para os Estados Unidos, quanto pagamos e o que consideramos na escolha. 

Uma Noite no Museu foi gravado no Museu de História Natural?

Uma Noite no Museu foi parcialmente gravado no Museu de História Natural de Nova York. O museu serviu como principal inspiração para o cenário do filme, mas boa parte das cenas foi produzida em estúdio.

No Museu de História Natural, aproveitei para sentar ao lado da estátua de Theodore Roosevelt. Para quem lembra do personagem de Robin Williams em Uma Noite no Museu, a referência é inevitável.

Os corredores e algumas áreas que aparecem no longa foram recriados em sets de filmagem, principalmente no Canadá. Por isso, você vai reconhecer várias referências durante a visita, mas não espere encontrar o museu exatamente como aparece na tela.

Mesmo sabendo disso, confesso que o filme foi um dos principais motivos para eu querer conhecer o museu. Eu já tinha visitado o Museu de História Natural de Londres, então a graça aqui era justamente estar no lugar que inspirou a história.

Durante a visita, algumas referências são bem fáceis de reconhecer, como:

  • Os esqueletos de dinossauros;
  • Os grandes dioramas de animais;
  • A cabeça da Ilha de Páscoa, que inspirou o personagem que vive pedindo “chiclete, chiclete”. 

Uma Noite no Museu 2 muda de endereço: a história acontece no complexo de museus Smithsonian, em Washington.

O que existe de “Uma Noite no Museu” no museu?

Tem bastante coisa de Uma Noite no Museu que você consegue reconhecer durante a visita, mas já vou ajustar uma expectativa: o Museu de História Natural real não é exatamente como aparece no filme.

Eu mesma fiquei decepcionada quando entrei pela entrada principal e não encontrei um T. rex me esperando no salão. O esqueleto que inspirou o Rexy existe, mas fica no quarto andar, na área dos dinossauros.

Entre as referências que você pode procurar estão:

  • Rexy: o Tiranossauro rex fica na área dos dinossauros;
  • Dum Dum: o famoso moai da Ilha de Páscoa também está no museu;
  • Dexter: os macacos também aparecem entre as referências que inspiraram o filme;
  • Animais africanos: vários dos animais dos dioramas lembram aqueles que ganham vida durante a noite;
  • Theodore Roosevelt: existe uma estátua dele dentro do museu, mas ele não está montado no cavalo e é bem diferente da versão interpretada pelo Robin Williams. 

E tem uma informação que eu queria muito ter descoberto antes da nossa visita: o próprio Museu de História Natural disponibiliza um roteiro autoguiado de Uma Noite no Museu.

O roteiro passa por Rexy, Dum Dum, Dexter, Theodore Roosevelt, baleia azul, neandertais e outras referências. Para quem também está indo com vontade de reconhecer o filme, eu salvaria antes de entrar.

Já que estamos falando de atrações que fazem parte do imaginário de Nova York, eu também conto como foi visitar a Estátua da Liberdade e o que encontramos nas ilhas Liberty e Ellis. 

O que saber antes de visitar o Museu de História Natural?

Depois da nossa experiência, tem algumas coisas que eu gostaria de ter sabido antes de visitar o Museu de História Natural de Nova York. A principal delas é simples: não entre com a missão de conhecer tudo.

O museu é grande, você vai andar bastante e, pelo menos durante a nossa visita, sentimos falta de lugares para sentar. Então vá preparado para passar algumas horas em pé e aproveite as oportunidades de descansar quando elas aparecerem. 

Antes de entrar, eu faria o seguinte:

  • Escolha o que você realmente quer ver: monte uma lista de prioridades para não perder tempo como nós perdemos.
  • Estude o mapa antes da visita: ele ajuda, mas achamos alguns corredores e acessos confusos.
  • Confira possíveis salas fechadas: o próprio museu mantém uma página com fechamentos temporários.
  • Veja quais atrações extras estão disponíveis: algumas experiências exigem um ingresso específico.
  • Use roupas em camadas no inverno: lá dentro estava bem quente e passei a visita carregando meu casaco no braço.
  • Considere o cansaço: são muitas salas, corredores e andares, então isso pesa depois de algumas horas.
  • Combine com o Central Park: ele fica literalmente do outro lado da rua e foi para lá que seguimos depois da nossa visita.

Planejar essas pequenas coisas teria feito a gente aproveitar melhor o tempo dentro do museu.

E uma coisa que também vale resolver antes da viagem é onde ficar. Nós contamos onde reservar hotel em Nova York e como comparamos Booking e Hoteis.com

Então, vale colocar o Museu de História Natural no roteiro de Nova York?

Eu colocaria o Museu de História Natural no roteiro de Nova York, principalmente se você gosta de museus, viaja com crianças ou, como eu, tem uma relação especial com Uma Noite no Museu.

Depois de procurar o Rexy pelo Museu de História Natural, finalmente encontrei o T. rex no 4º andar. Confesso que esperava vê-lo logo na entrada por causa de Uma Noite no Museu. 😂

Depois da nossa visita, eu pensaria assim:

Eu colocaria no roteiro se você:

  • Gosta de museus, história, ciência, animais ou espaço;
  • Viaja com crianças;
  • É fã de Uma Noite no Museu;
  • Tem pelo menos algumas horas disponíveis para conhecer as salas que mais interessam.

Talvez deixasse para outra viagem se você:

  • Tem poucos dias em Nova York;
  • Não gosta muito de museus;
  • Já visitou outros grandes museus de História Natural e não faz questão de repetir a experiência.

É uma daquelas atrações que aparecem em praticamente todo roteiro de Nova York, mas que você só consegue saber se realmente combina com você depois de entender o que existe lá dentro.

Eu voltaria facilmente ao Museu de História Natural em outra viagem, principalmente porque ficou muita coisa sem conhecer. Só faria uma coisa diferente: dessa vez, entraria com o mapa muito bem estudado. 

E, para quem já decidiu incluir a visita, eu compraria o ingresso antecipadamente e deixaria essa parte do roteiro resolvida antes da viagem.

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Perguntas frequentes

Museu de História Natural de Nova York vale a pena?

Sim, principalmente para quem gosta de museus, dinossauros, animais, ciência e espaço. Eu também colocaria no roteiro com crianças ou se você, como eu, é fã de Uma Noite no Museu. Veja mais experiências que testamos em Nova York no Malas e Destinos.

Quanto tempo é necessário para visitar o Museu de História Natural?

Eu reservaria pelo menos 2 a 3 horas, escolhendo antes as salas que você quer conhecer. Quem gosta muito de museus pode facilmente passar meio dia ou até um dia inteiro por lá. Veja nossas dicas para montar seu roteiro de Nova York no Malas e Destinos.

Quanto custa o ingresso do Museu de História Natural de Nova York?

No GetYourGuide, encontramos ingressos a partir de US$ 43 por pessoa, com mais de 40 salas e uma atração extra. Nós entramos usando o Go City Explorer Pass de 7 atrações. Compare as opções que indicamos no Malas e Destinos antes de comprar.

O que não posso deixar de ver no Museu de História Natural?

Eu priorizaria os dinossauros, a baleia azul, os mamutes e a área dedicada ao espaço e ao universo. Fãs de Uma Noite no Museu ainda podem seguir o roteiro oficial inspirado no filme. Veja no Malas e Destinos como planejamos a nossa visita.

Museu de História Natural de Nova York vale a pena com crianças?

Sim. Vimos muitas famílias durante a nossa visita, e áreas como dinossauros, baleia, animais e espaço têm bastante apelo visual. Só planeje algumas prioridades porque o museu é enorme. Confira mais dicas de Nova York no Malas e Destinos.

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Liih

Para mim, toda viagem começa muito antes do embarque. Adoro pesquisar hotéis, montar roteiros e descobrir onde realmente vale a pena investir. No Malas, compartilho o que aprendo pelo caminho para ajudar você a planejar a sua próxima viagem.

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