O Top of the Rock vale a pena, e digo isso depois de ter conhecido os cinco observatórios de Nova York. Se hoje alguém me perguntasse qual deles eu recomendaria para uma primeira viagem, ele estaria entre as minhas primeiras indicações.
Quando comecei a planejar essa viagem, também fiquei na dúvida se o Top of the Rock vale a pena. Depois de visitar todos os principais, ficou muito mais fácil entender os pontos de cada um.
É por isso que este artigo existe. Eu não quero mostrar como é a visita, mas dividir com você o que achei da experiência, o que faz diferença e em quais situações eu escolheria o Top of the Rock novamente.
Se você ainda está decidindo qual observatório ir, vem comigo. Vou mostrar como foi a nossa visita, o que mais gostamos, o que faria diferente e por que, mesmo depois de conhecer todos eles, o Top of the Rock continua sendo um dos meus favoritos.

Top of the Rock vale a pena em 30 segundos:
- Um dos melhores observatórios para quem visita Nova York pela primeira vez.
- Vista privilegiada do Empire State Building e do Central Park.
- Decks abertos que facilitam as fotos, sem reflexos nos vidros.
- Fica ainda mais vantajoso para quem pretende usar o Go City Explorer Pass.
Top of the Rock vale a pena?
O Top of the Rock continua sendo um dos meus preferidos porque reúne uma vista privilegiada do Empire State Building, do Central Park e de boa parte de Manhattan.
Se tem um observatório que eu considero indispensável em uma primeira viagem para Nova York, é o Top of the Rock. Mesmo depois de conhecer os outros quatro principais observatórios da cidade, ele continua sendo um dos lugares que eu faria questão de incluir novamente no roteiro.
O que pesou na nossa decisão foi:
- Ver o Empire State Building na paisagem.
- Ter vista ampla do Central Park.
- Conhecer um dos observatórios mais tradicionais de Nova York.
- Aproveitar uma experiência mais focada na cidade do que em efeitos e instalações.
Quando comecei a planejar a viagem, ainda não sabia se ele realmente era tudo isso. Mas bastaram poucos minutos nos decks para perceber que aquela era exatamente a vista que eu imaginava quando sonhava em conhecer Nova York.
O que mais gosto é que ele deixa a cidade ser a protagonista. Enquanto alguns observatórios chamam atenção pelos espelhos, pisos de vidro ou experiências imersivas, aqui o destaque é Manhattan. Você sobe para observar a cidade, caminhar pelos decks e aproveitar cada ângulo.
Isso não significa que ele seja o melhor para todo mundo. Mas, se a ideia é contemplar o skyline de Manhattan, eu continuo achando que o Top of the Rock entrega uma das experiências mais completas da cidade.
Na dúvida de qual observatório visitar? Veja qual o melhor observatório para a sua viagem.
Por que escolhemos visitar o Top of the Rock?
O Top of the Rock entrou no nosso roteiro porque queríamos conhecer um dos observatórios mais tradicionais de Nova York e descobrir se ele realmente fazia jus à fama.

Antes mesmo de comprar a viagem, eu passei tempo pesquisando sobre os observatórios da cidade. Li relatos e comparei as vistas de cada um deles. Quanto mais eu pesquisava, mais o Top of the Rock aparecia em todas as listas de melhores observatórios de Nova York.
Essa escolha também teve um lado bem pessoal. Nova York sempre foi um sonho para mim e, quando penso na cidade, penso na imagem clássica do skyline com o Empire State Building em destaque. Talvez porque cresci assistindo aos filmes dos anos 90 e 2000, mas essa sempre foi a Nova York que eu queria conhecer.
Foi isso que colocou o Top of the Rock na frente dos outros observatórios durante o planejamento. Eu queria ver o Empire State Building na paisagem, caminhar por um lugar que faz parte da história da cidade e descobrir se ele entregava tudo o que eu imaginava.
E eu não queria recomendar um observatório só porque ele é famoso ou porque todo mundo gosta dele. Queria viver a experiência para formar a minha opinião e conseguir contar para você, com sinceridade, o que achei da visita.
Quer ver como encaixamos o Top of the Rock no nosso roteiro? Confira nosso roteiro completo de 8 dias em Nova York.
Como foi a nossa experiência no Top of the Rock?
A nossa experiência no Top of the Rock foi muito tranquila do começo ao fim. Como escolhemos o primeiro horário da manhã, conseguimos aproveitar os três decks com calma e sem aquela sensação de estar disputando espaço com outras pessoas.
Entrada
Quando compramos os ingressos, já escolhemos o primeiro horário disponível. Era janeiro, uma época em que Nova York costuma estar mais vazia, e queríamos aproveitar isso.
A única fila que pegamos foi antes mesmo da abertura, porque o Rockefeller Center ainda estava fechado. Assim que chegou o horário, os funcionários pediram os ingressos, fizeram a leitura do QR Code e, em poucos minutos, já estávamos entrando.
Foi tudo organizado. Não teve aquela espera demorada que faz você perder a paciência logo no começo da visita.
Segurança
Confesso que essa parte quase passou despercebida para mim. Inclusive, fui perguntar para a Fer se ela lembrava de algum detalhe, e ela também não lembra.
Uma dica é ir preparado para passar por um esquema de segurança parecido com o de um aeroporto. Mochilas, bolsas e casacos costumam passar pela esteira, enquanto você passa pelo detector de metais.
Encontramos esse tipo de controle em várias atrações de Nova York. Então já era algo que fazia parte da nossa rotina.
O que você encontra em cada deck do Top of the Rock

Cada deck oferece uma experiência diferente. Como chegamos logo na abertura e viajamos em janeiro, conseguimos conhecer todos eles com bastante tranquilidade.
- 1º deck
Conta com uma área fechada. Se você visitar Nova York durante o inverno, como nós, isso faz diferença, porque dá para apreciar a vista por alguns minutos sem ficar exposto ao frio o tempo todo.
- 2º deck
É totalmente aberto e é onde está a parte mais divertida do observatório. Aqui que ficam os binóculos para observar Manhattan mais de perto e também o The Beam, experiência inspirada na foto Lunch Atop a Skyscraper.
- 3º deck
O ponto mais alto do Top of the Rock e também onde fica o Skylift, outra experiência opcional e paga à parte. Ele funciona como uma plataforma que sobe alguns metros e gira 360°, permitindo observar Manhattan por todos os lados.
Uma curiosidade é que os decks vão ficando menores conforme você sobe. Isso acontece porque o edifício foi construído seguindo o estilo setback, comum nos arranha céus de Nova York.
A legislação da época exigia que os prédios recuassem nos andares superiores para permitir que a luz do sol chegasse às ruas e aos edifícios vizinhos. Por isso, o primeiro deck é o maior, o segundo é um pouco menor e o terceiro é o mais compacto.
Quanto tempo ficamos
Nós ficamos cerca de uma hora e meia lá em cima. Nesse tempo, caminhamos pelos três decks, fizemos várias fotos, paramos algumas vezes só para admirar a vista e ainda fomos no The Beam.
Em nenhum momento sentimos vontade de ir embora rápido. Pelo contrário. É um daqueles lugares em que você acaba ficando mais tempo do que imaginava.
O que mais nos surpreendeu
Antes da viagem, eu imaginava que quanto mais alto fosse o observatório, melhor seria a vista. Depois da viagem, percebi que isso não fazia tanta diferença.
O Top of the Rock é o mais baixo de todos e, mesmo assim, continua sendo um dos meus preferidos. Acho que muito disso acontece porque a vista é muito equilibrada. Você consegue ver o Empire State Building, o Central Park e uma boa parte de Manhattan ao mesmo tempo.
No final da viagem, quando comecei a comparar todas as experiências, percebi que o Top continuava lá no topo da minha lista.
Nos hospedamos no RIU Plaza Manhattan Times Square, perto do Top of the Rock. Veja como foi nossa experiência no hotel praticamente dentro da Times Square.
O que dá para ver do Top of the Rock?
Do Top of the Rock, você consegue ver alguns dos principais cartões-postais de Nova York, como o Empire State Building, o Central Park e o Chrysler Building. Outros lugares aparecem apenas parcialmente ou nem entram na vista.

Antes mesmo da viagem, uma das comparações que eu mais fazia era a vista de cada observatório. Eu queria saber o que realmente dava para enxergar lá de cima, porque isso mudava de um para outro.
Para facilitar, fiz este resumo com base na nossa experiência.
| Atração | Dá para ver? |
| Empire State Building | ✅ |
| Central Park | ✅ |
| One World Observatory | ✅ |
| Rio Hudson | Parcialmente |
| Times Square | Parcialmente |
- Empire State Building: é o grande destaque da vista. Ele fica bem à frente do Top of the Rock e acaba sendo o protagonista da maioria das fotos.
- Central Park: aparece logo atrás, ocupando boa parte do horizonte. É uma vista bem diferente da que você encontra nos observatórios mais ao sul de Manhattan.
- Times Square: aparece apenas parcialmente. Dá para localizar a região, mas ela fica cercada por outros prédios.
- Rio Hudson: também pode ser visto em alguns pontos, mas não é o foco da paisagem.
- One World Observatory: aparece. Mas ele fica em outra região da ilha, então dá para ver ele bem ao fundo.
No fim da visita, entendi por que tanta gente recomenda o Top of the Rock para quem vai a Nova York pela primeira vez. A combinação entre Empire State Building e Central Park realmente faz diferença na vista.
Quer comparar a vista com outro observatório? Veja como foi nossa visita ao Edge NYC.
A experiência do The Beam vale a pena?
Na minha opinião, sim. O The Beam dura muito rápido, mas foi uma das partes mais divertidas da nossa visita ao Top of the Rock e eu faria novamente sem pensar duas vezes.

Quando vimos que existia essa experiência, resolvemos incluir no roteiro. Confesso que imaginei que seria só uma foto diferente, mas acabou sendo muito mais divertido do que eu esperava.
Você senta na viga, coloca o cinto de segurança e ela sobe cerca de seis metros. Primeiro, gira em direção ao Central Park. E foi justamente nessa hora que eu pensei: “Uau…”
A vista muda completamente quando você fica suspenso olhando para o parque. Depois, a estrutura gira novamente, onde é feita a foto oficial, e, em seguida, desce.
A experiência inteira é rápida, mas eu e a Fer passamos o tempo todo rindo. É aquele tipo de atração que não tenta ser radical nem dar medo. A ideia é ser divertida, e, para nós, realmente foi.
Pagamos US$ 15 por pessoa, além das taxas. Você pode comprar o ingresso antecipadamente ou no próprio Rockefeller Center, antes de subir para o observatório.
Só deixo uma dica importante: quando visitamos o Top of the Rock, em janeiro, não era possível comprar o The Beam depois que já estávamos nos decks. Então, se você decidir fazer a experiência, compre o ingresso antes de entrar no elevador.
Ainda montando o orçamento da viagem? Veja quanto custa uma viagem pelos Estados Unidos.
O Top of the Rock é realmente o melhor observatório para fotos?
Depende: que tipo de foto você quer trazer de Nova York? A combinação entre a vista, a ausência de vidros nos decks superiores e o espaço para circular fez diferença na experiência.

Para nós, estes foram os pontos que mais pesaram:
- Fotos do Empire State Building
Se o seu objetivo é fotografar o Empire State Building, acho difícil encontrar uma vista melhor. Ele fica bem à frente do observatório e acaba sendo o grande destaque da paisagem.
- Fotos do Central Park
O Central Park também aparece muito bem. Dá para enquadrar o parque inteiro com Manhattan ao redor, o que rende fotos bem diferentes das feitas em outros observatórios.
- Espaço para fotografar
Como os decks são amplos, achei fácil encontrar diferentes ângulos para fotografar. Em janeiro, quando visitamos Nova York, o movimento estava tranquilo, então não precisamos esperar para conseguir uma foto. Também tivemos sorte com o clima. Apesar do inverno, quase não ventava e o sol deixou a temperatura bem mais agradável.
- Reflexos
Esse foi um dos pontos de que mais gostei. Como os decks superiores são abertos, você não precisa ficar procurando um lugar sem reflexo para fotografar, algo que acontece em alguns observatórios fechados.
- Movimento de pessoas
Nós escolhemos o primeiro horário da manhã e acho que isso fez diferença. O observatório estava vazio, conseguimos fotografar com calma e não esperamos para usar os melhores pontos dos decks.
Top of the Rock ou Empire State Building?
Se eu pudesse escolher apenas um pela vista, ficaria com o Top of the Rock. Mas, se o orçamento permitir, eu realmente tentaria visitar os dois. Eles oferecem experiências diferentes e, para mim, os dois estão entre os três melhores observatórios de Nova York.
Os dois são clássicos, ficam relativamente próximos e costumam disputar um espaço no orçamento da viagem.
Depois de visitar os dois, cheguei a esta conclusão:
| Critério | Top of the Rock | Empire State Building |
| Vista | ⭐⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Fotos | ⭐⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| História | ⭐⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Vista para o Central Park | ✅ | ❌ |
| Vista para o Empire State Building | ✅ | ❌ |
Se a sua prioridade é a vista, eu escolheria o Top of the Rock. Ela inclui o Empire State Building e o Central Park na mesma paisagem.
Agora, existe uma coisa que nenhum outro observatório consegue entregar: a experiência de estar dentro do Empire State Building.
Subir em um dos prédios mais famosos do mundo tem um peso histórico que vai além da vista. Ele não é o meu observatório favorito para fotografar Nova York, e em nenhum momento me arrependi da visita.
Se o orçamento permitir, eu faria a mesma escolha novamente. A vista de um complementa a do outro. E acho difícil visitar Nova York pela primeira vez e não conhecer o Empire State Building.
Mas, se você realmente só puder escolher um, eu faria uma pergunta antes de decidir: o que pesa mais para você?
- Ter o Empire State Building nas suas fotos?
- Ou poder dizer que você subiu no prédio mais famoso do mundo?
Vai se hospedar em Manhattan? Veja onde reservamos nosso hotel e como escolhemos a hospedagem.
Top of the Rock ou Summit One Vanderbilt?
Se eu pudesse visitar apenas um, hoje escolheria o Summit One Vanderbilt. Mas, se o orçamento permitir dois observatórios, eu combinaria o Summit com o Top of the Rock.

O Summit One Vanderbilt e o Top of the Rock oferecem experiências completamente diferentes.
| Critério | Top of the Rock | Summit One Vanderbilt |
| Vista | ⭐⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Fotos | ⭐⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Experiência imersiva | ⭐⭐ | ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Deck aberto | ✅ | ✅ |
| Ambientes interativos | ❌ | ✅ |
A maior diferença está no tipo de experiência que cada um oferece.
O Top of the Rock é um observatório mais tradicional. O grande destaque é a vista de Manhattan, especialmente do Empire State Building e do Central Park. Se o seu objetivo é contemplar a cidade e fazer fotos clássicas de Nova York, ele entrega exatamente isso.
Já o Summit One Vanderbilt vai além da vista.
Você encontra salas espelhadas, instalações interativas, a famosa sala com bolas prateadas, pisos e paredes refletindo Manhattan e até uma plataforma de vidro que avança para fora do prédio. A visita inteira foi pensada para ser uma experiência, e não apenas um lugar para observar a cidade.
Por isso, se eu tivesse dinheiro para visitar apenas um, hoje escolheria o Summit One Vanderbilt.
Ainda está em dúvida? Veja também como foi nossa experiência no Summit One Vanderbilt.
Vale a pena visitar o Top of the Rock se você já vai subir em outro observatório?
Essa é uma das perguntas que mais vejo sobre os observatórios de Nova York. Se você tiver tempo e o ingresso couber no seu orçamento, acho que o Top of the Rock continua valendo a visita, mesmo que já tenha escolhido outro observatório.
O Top of the Rock continua no meu Top 3 por um motivo muito simples: a vista é única. Nenhum outro observatório reúne o Empire State Building e o Central Park do mesmo observatório.
Se eu tivesse que escolher apenas um observatório, hoje, se eu voltasse para Nova York, provavelmente iria ao Summit One Vanderbilt. Mas, se pudesse incluir um segundo no roteiro, escolheria o Top of the Rock.
Então, para mim, a resposta é simples:
- Se você vai subir em apenas um observatório, escolha aquele que mais combina com o tipo de experiência que procura.
- Se você tem tempo e orçamento para visitar dois, eu incluiria o Top of the Rock sem pensar duas vezes.
Veja como organizamos todas essas atrações no nosso roteiro de 17 dias pelos Estados Unidos.
Qual é o melhor horário para visitar o Top of the Rock?
Para mim, o melhor horário é logo na abertura. Foi quando visitamos o Top of the Rock e eu faria a mesma escolha se voltasse a Nova York. O observatório estava tranquilo, conseguimos fazer fotos com calma e aproveitamos os decks sem filas.
Não existe um único horário perfeito. A melhor escolha depende muito do tipo de experiência que você quer ter. Se a prioridade é fotografar, ver o pôr do sol ou observar Manhattan iluminada, a resposta pode mudar.
Cada período do dia tem seus pontos positivos:
- Manhã
Foi o horário que escolhemos e eu repetiria sem pensar duas vezes. O movimento estava bem tranquilo, conseguimos circular pelos decks sem dificuldade e fazer fotos sem precisar esperar muito.
Como era inverno, também tivemos sorte com o clima. Quase não ventava e o sol ajudava a deixar a temperatura mais agradável.
- Tarde
A iluminação continua muito boa para fotos, mas o observatório costuma receber mais visitantes. Se esse for o único horário disponível no seu roteiro, ainda acho que vale a pena.
- Pôr do sol
Eu não visitei o Top of the Rock nesse horário, então não posso falar pela experiência. Mas, pelas fotos, imagino que seja um dos momentos mais bonitos do dia, pela transição entre a luz natural e a cidade começando a acender.
Antes de escolher o horário, vale pensar em uma coisa: você quer um observatório vazio ou faz questão de ver o pôr do sol?
- Noite
Se o seu objetivo é ver Manhattan iluminada, esse pode ser o melhor horário para você. Os prédios ganham outra cara depois que escurece.
Quanto custa e onde comprar ingressos para visitar o Top of the Rock?
Os ingressos para o Top of the Rock custam a partir de US$ 49 para adultos, mas você também pode visitar o observatório usando o Go City Explorer Pass, caso pretenda conhecer outras atrações de Nova York.
Os valores oficiais são os seguintes:
| Categoria | Valor a partir de |
| Adultos | US$ 49 |
| Crianças (6 a 12 anos) | US$ 43 |
| Idosos (a partir de 62 anos) | US$ 47 |
Além do ingresso tradicional, você também pode adicionar experiências como o The Beam e o Skylift.
Comprar ingressos na GetYourGuide

Se o Top of the Rock for a única atração paga do seu roteiro, eu compraria o ingresso pela GetYourGuide.
Foi uma plataforma que usamos tanto nessa viagem aos Estados Unidos quanto em viagens pela Europa e sempre tivemos uma boa experiência. Em Nova York, por exemplo, compramos por lá os ingressos do Summit One Vanderbilt e da Estátua da Liberdade.
Outra vantagem é a flexibilidade. Dependendo da atração, existe a opção de cancelamento gratuito dentro do prazo informado.
Além disso, você pode escolher pagar em dólar, em reais ou em outras moedas disponíveis. No nosso caso, como já estávamos comprando tudo com saldo em dólar pela Wise, optamos por fazer o pagamento dessa forma.
Ingressos do Top of the Rock no Go City Explorer Pass

Agora, se o Top of the Rock não for a única atração paga da sua viagem, eu recomendo fazer as contas antes de comprar os ingressos separados.
No nosso roteiro, tínhamos planejado visitar nove atrações pagas. Como o Summit One Vanderbilt não faz parte do Go City, nem de nenhum outro passe de atrações de NY, sobravam oito atrações compatíveis com o passe.
O problema é que não existe um Explorer Pass de oito atrações.
Então coloquei todos os valores na ponta do lápis e percebi que fazia mais sentido comprar a Estátua da Liberdade separadamente e adquirir o Go City Explorer Pass de sete atrações para o restante.
Um detalhe importante é que o Top of the Rock exige agendamento prévio pelo aplicativo do Go City. Não basta chegar ao observatório e apresentar o passe. Você precisa reservar o horário da visita pelo aplicativo, justamente para controlar a quantidade de visitantes em cada período.
Ah! Se você usar o Go City Explorer Pass para o Top of the Rock, e quiser ir no The Beam ou Skylift, precisa comprar o ingresso da experiência lá. Elas não estão inclusas no passe de atrações, ok?
Vai pagar os ingressos em dólar? Veja como foi nossa experiência usando a Wise nos Estados Unidos.
Para quem o Top of the Rock vale a pena?
O Top of the Rock vale a pena para a maioria das pessoas que visitam Nova York pela primeira vez. Principalmente para quem quer uma vista clássica da cidade e gosta de fotografia.
Nem todo mundo procura a mesma coisa em um observatório. Tem quem queira a melhor vista, quem priorize fotos e quem só queira conhecer um lugar famoso:
- Primeira viagem: Acho que esse é um dos melhores observatórios para quem está conhecendo Nova York pela primeira vez. A vista reúne alguns dos principais cartões-postais da cidade e ajuda a entender a dimensão de Manhattan.
- Casais: Sim. O observatório tem uma visita bem tranquila e rende fotos muito bonitas juntos, principalmente nos decks abertos.
- Famílias: Também vale a pena. Os decks são amplos, a visita é organizada e ainda existem experiências extras, como o The Beam e o Skylift, para quem quiser complementar o passeio.
- Quem gosta de fotografia: Se fotografar faz parte da sua viagem, esse é um dos observatórios que eu mais indicaria. A vista para o Empire State Building, os decks sem vidro e o espaço para circular ajudam bastante na hora de conseguir boas fotos.
- Quem busca adrenalina: Nesse caso, talvez eu olhasse primeiro para o Edge. A plataforma suspensa e o piso de vidro entregam uma proposta diferente. O Top of the Rock tem experiências como o The Beam e o Skylift, mas o foco continua sendo a vista.
- Quem está com o orçamento apertado: Depende do restante do seu roteiro. Se você pretende visitar apenas um observatório, vale pensar no tipo de experiência que procura. Agora, se pretende conhecer várias atrações pagas, talvez um passe como o Go City ajude a reduzir o custo total da viagem.
Afinal, o Top of the Rock vale a pena?
O Top of the Rock continua sendo uma das primeiras recomendações que eu faria para quem está planejando viajar para Nova York.

Se hoje eu tivesse que indicar apenas alguns observatórios para quem vai conhecer Nova York pela primeira vez, o Top of the Rock certamente está entre as minhas primeiras escolhas.
Mesmo depois de visitar os outros, ele continuou ocupando um lugar especial na nossa viagem. Não porque é o mais alto ou porque tem a atração mais diferente, mas porque entrega uma vista que, para mim, era exatamente a Nova York que imaginei durante tantos anos.
Ver o Central Park lá de cima é muito legal. Mas o momento que mais ficou na minha memória foi outro.
Foi quando virei para o lado do Empire State Building e vi aquele skyline que conhecia apenas por fotos, filmes e séries. Naquele instante, veio um pensamento muito simples: “Caramba… eu realmente estou em Nova York.”
Pode parecer bobo, mas, para quem sonhou com essa viagem por mais de 18 anos, aquele momento teve um significado enorme.
Valeu cada hora de planejamento, cada real convertido em dólar e até o frio de janeiro que a gente enfrentou para chegar até ali. Na verdade, enquanto eu olhava aquela vista, acho que nem lembrava mais da temperatura.
Se você está montando o seu roteiro e procura um observatório que combine vista clássica, boa estrutura e uma experiência que provavelmente vai ficar na memória por muito tempo, eu realmente colocaria o Top of the Rock na lista.
Leia também
- Melhor observatório de Nova York: qual vale mais a pena?
- Roteiro de 8 dias em Nova York: nosso roteiro dia a dia
- Quanto custa viajar para os Estados Unidos e como montar o orçamento da sua viagem
- Roteiro de 17 dias pelos Estados Unidos: como organizamos nossa viagem
Perguntas frequentes
Sim. Se você comprar o ingresso avulso, basta escolher o horário da visita. Já no Go City Explorer Pass, é obrigatório fazer o agendamento pelo aplicativo antes de ir ao observatório. Aproveite para conferir também nossos comparativos e dicas de planejamento no Malas e Destinos.
Nós ficamos cerca de uma hora e meia no observatório. Nesse tempo, conhecemos os três decks, fizemos o The Beam, tiramos fotos e aproveitamos a vista com calma. Veja também nossos roteiros completos de Nova York no Malas e Destinos.
Na nossa experiência, sim. Apesar de durar poucos minutos, foi uma das partes mais divertidas da visita. A vista durante a rotação para o lado do Central Park ficou entre os momentos mais marcantes do passeio. Confira mais dicas e o passo a passo da visita no Malas e Destinos.
Se fosse para indicar apenas um observatório para uma primeira viagem, eu colocaria o Top of the Rock entre as primeiras opções. A vista para o Empire State Building e o Central Park faz bastante diferença, principalmente para quem quer conhecer a Nova York clássica. Leia também nosso comparativo completo entre os observatórios no Malas e Destinos.


