Qual é o melhor observatório de Nova York? Antes de começar a planejar a nossa viagem, eu já tinha uma certeza: queria visitar os cinco principais da cidade. O meu objetivo era ver NY de todos os ângulos possíveis.
Foi por isso que incluí no roteiro o Summit One Vanderbilt, o Top of the Rock, o Empire State Building, o Edge e o One World Observatory. Em vez de escolher um, preferi viver cada experiência para entender o que realmente muda de um observatório para outro.
Depois de visitar todos eles, percebi que a resposta não é simples quanto parece. Não existe o melhor observatório de Nova York. Existe aquele que faz mais sentido para o seu roteiro, para o seu orçamento e para a experiência que você quer viver.
Neste guia, vou comparar os cinco observatórios com base na nossa experiência, mostrando os pontos fortes, as diferenças e em quais situações eu escolheria cada um deles. Assim, você consegue decidir com mais segurança qual realmente vale a pena para a sua viagem.

Melhor observatório de Nova York em 30 segundos:
- Quer viver a experiência mais completa? Escolha o Summit One Vanderbilt.
- Procura a vista mais bonita da cidade? O Top of the Rock foi o nosso favorito.
- Quer sentir a altura de verdade? O Edge é a melhor opção.
- Prefere um passeio histórico? Visite o Empire State Building.
- Viaja no inverno? O One World Observatory é totalmente fechado e climatizado.
- Quer economizar? Use o Go City Explorer Pass.
Nós visitamos os cinco observatórios de Nova York
Nunca escondi aqui no Malas que visitar Nova York sempre foi um sonho. Quando consegui fazer essa viagem, já estava decidida: eu queria conhecer os cinco principais observatórios da cidade e descobrir como era ver Manhattan de todos os ângulos.
Para conseguir comparar as experiências da forma mais justa possível, organizamos o roteiro para visitar um observatório por dia. Quatro deles foram visitados pela manhã e apenas um no período da tarde, sempre durante a mesma viagem de oito dias.
| Observatório | Dia do roteiro | Período |
| Edge | 3º dia | Tarde |
| Summit One Vanderbilt | 4º dia | Manhã |
| Top of the Rock | 5º dia | Manhã |
| Empire State Building | 6º dia | Manhã |
| One World Observatory | 8º dia | Manhã |
Como as visitas aconteceram com poucos dias de intervalo, ficou fácil perceber as diferenças entre eles.
Ao longo deste guia, vou compartilhar a nossa experiência e mostrar em quais situações eu escolheria cada um, sempre tentando ir além da minha preferência, para ajudar você a decidir qual faz mais sentido para a sua viagem.
Comparativo rápido entre os cinco observatórios
Se você ainda está em dúvida sobre qual observatório escolher, esta é a tabela que eu gostaria de ter encontrado quando estava planejando a nossa viagem. Ela reúne, em um só lugar, as principais diferenças entre os cinco observatórios de Nova York.
Além das informações práticas, também incluí a nossa avaliação baseada na experiência que tivemos visitando todos eles durante a mesma viagem. Depois da tabela, vou explicar cada critério com mais detalhes para ajudar você a entender qual faz mais sentido para o seu perfil.
| Critério | Summit One Vanderbilt | Top of the Rock | Empire State Building | Edge | One World Observatory |
| Altura da plataforma | 336 m | 259 m | 320 m | 345 m | 386 m |
| Valores a partir de | US$ 48 | US$ 40 | US$ 44 | US$ 38 | US$ 44 |
| Bairro | Midtown East | Midtown | Midtown | Hudson Yards | Lower Manhattan |
| Área ao ar livre | Parcial | ✅ | ✅ | ✅ | ❌ |
| Área interna climatizada | ✅ | ✅ | ✅ | ✅ | ✅ |
| Piso de vidro | ✅ | ❌ | ❌ | ✅ | ❌ |
| Você vê o Empire State Building? | ✅ | ✅ | ❌ | ✅ | ✅ |
| Melhor horário | Dia ou pôr do sol | Pôr do sol | Dia ou noite | Pôr do sol | Dia |
| Tempo médio da visita | 1h30 a 2h | 1h a 1h30 | 1h30 | 1h a 1h30 | 1h30 |
| Incluído no Go City | ❌ | ✅ | ✅ | ✅ | ✅ |
| Nossa avaliação | ⭐⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐⭐☆☆ | ⭐⭐⭐⭐☆ |
O que realmente muda de um observatório para outro?
Os cinco fatores que mais diferenciam os observatórios são: vista, sensação de altura, estrutura, tecnologia e localização.

Minha prima até brincou que, depois do primeiro observatório, o restante seria tudo igual. Afinal, estávamos olhando para a mesma cidade. Depois de visitar os cinco, percebemos que ela não estava totalmente errada. Afinal, vimos Manhattan dos cinco.
Cada observatório entrega uma proposta diferente. Alguns chamam mais atenção pela vista, outros pela experiência durante a visita e alguns fazem mais sentido dependendo do horário ou do tipo de viagem que você pretende fazer.
Para facilitar a comparação, separei os critérios que mais fizeram diferença para mim e que, na minha opinião, também podem ajudar você a escolher o observatório ideal para a sua viagem.
Vista
Em todos os observatórios você vai ver Manhattan. O que realmente muda é o ângulo da cidade.
As principais diferenças são:
- Top of the Rock: vista privilegiada do Central Park e do Empire State Building.
- Summit One Vanderbilt: destaque para o Empire State Building em um ângulo bem próximo.
- Edge: vista para o Rio Hudson, Hudson Yards e também para o Empire State Building.
- One World Observatory: perspectiva do sul de Manhattan, da Estátua da Liberdade e da região financeira.
- Empire State Building: é o único em que o próprio Empire State não aparece na paisagem.
Foi esse último detalhe que mais me chamou a atenção. Em boa parte dos observatórios, o Empire State Building acaba sendo um dos grandes destaques da vista. A única exceção, claro, é quando você está no próprio Empire State Building.
Fotos
Se você gosta de fotografar durante a viagem, esse é um critério que vale considerar. A qualidade das fotos muda bastante de um observatório para outro, principalmente por causa dos vidros, da iluminação e da estrutura de cada um.
Na nossa experiência:
- Summit One Vanderbilt: os vidros antirreflexo facilitam bastante as fotos.
- Top of the Rock: áreas abertas garantem registros sem reflexos e com o Empire State Building na paisagem.
- Edge: a plataforma aberta rende fotos incríveis, mas o vento e os vidros laterais podem atrapalhar.
- Empire State Building: a área externa permite fotografar sem interferência dos vidros.
- One World Observatory: os reflexos aparecem com mais facilidade, principalmente dependendo do horário da visita.
No Summit One Vanderbilt, os vidros com tratamento antirreflexo ajudam muito. Em boa parte da visita, consegui fotografar a paisagem sem me preocupar com reflexos, o que faz bastante diferença no resultado.
Já no One World Observatory, a situação é diferente. Dependendo do horário e do ângulo, os reflexos aparecem com facilidade, então é preciso procurar um bom posicionamento para conseguir uma foto mais limpa.
Sensação de altura
Uma das maiores surpresas da viagem foi perceber que o observatório mais alto dos Estados Unidos não foi o que mais me passou a sensação de altura.
Na nossa experiência:
- Edge: foi o observatório que mais transmitiu a sensação de altura.
- One World Observatory: apesar de ser o mais alto, a estrutura fechada diminui essa sensação.
- Summit One Vanderbilt, Top of the Rock e Empire State Building: oferecem uma sensação intermediária, sem o mesmo impacto do Edge.
No One World Observatory, apesar da altura, eu não tive essa sensação. Como a visita acontece em um ambiente totalmente fechado, eu estava olhando tranquilamente para lá embaixo poucos minutos depois de chegar.
Já no Edge aconteceu exatamente o contrário. Estar na plataforma suspensa, com piso de vidro, céu aberto e bastante vento me deu uma sensação muito maior de altura. Em alguns momentos, parecia até que o vento ia me jogar dali de cima.
Ainda está em dúvida sobre o Edge? Veja a nossa experiência completa e descubra se o Edge NYC realmente vale a pena.
Estrutura
A estrutura também muda bastante de um observatório para outro, e isso pode fazer diferença dependendo da época da sua viagem.
As principais diferenças são:
- One World Observatory: totalmente fechado e climatizado.
- Summit One Vanderbilt: combina áreas internas e externas.
- Top of the Rock: predominância de plataformas ao ar livre.
- Empire State Building: observatório tradicional, com área externa.
- Edge: experiência praticamente toda ao ar livre, com plataforma suspensa e piso de vidro.
O One World Observatory é totalmente fechado e climatizado. Como visitei Nova York em janeiro de 2026, no inverno, achei muito confortável. Mesmo com o frio negativo do lado de fora, foi possível aproveitar a vista sem precisar ficar exposta ao vento ou às baixas temperaturas.
O Summit One Vanderbilt combina ambientes internos com áreas abertas, enquanto o Top of the Rock tem algumas áreas fechadas, mas a maior parte da visita acontece em plataformas ao ar livre. O Empire State Building segue uma proposta parecida, com o tradicional observatório externo.
Já o Edge aposta em uma experiência praticamente toda voltada para a área aberta. A plataforma suspensa, o piso de vidro e o contato direto com o vento fazem parte da proposta do observatório e mudam completamente a sensação durante a visita.
História

Se a história do lugar faz diferença para você, esse também é um critério que vale considerar. Cada observatório está em um edifício que representa um momento diferente de Nova York.
Vale saber que:
- Empire State Building: um dos prédios mais icônicos do mundo e símbolo da Nova York clássica.
- Top of the Rock: faz parte do Rockefeller Center, um dos complexos mais tradicionais de Manhattan.
- One World Observatory: representa a reconstrução da cidade após os atentados de 11 de setembro.
- Summit One Vanderbilt: integra um dos arranha-céus mais modernos de Nova York.
- Edge: fica em Hudson Yards, a região que simboliza a expansão mais recente de Manhattan.
O Empire State Building é, provavelmente, o prédio mais famoso do mundo. Só subir até o observatório já faz parte da experiência. O único “problema” é que, justamente por estar nele, ele não aparece nas suas fotos da cidade.
O Top of the Rock fica no complexo do Rockefeller Center, um dos conjuntos arquitetônicos mais conhecidos de Manhattan e palco de tradições como a famosa árvore de Natal e a pista de patinação no inverno.
Já o One World Observatory carrega um significado. Construído no local do antigo World Trade Center, ele simboliza a reconstrução de Nova York após os atentados de 11 de setembro de 2001. É um lugar que representa a resiliência da cidade e dos Estados Unidos.
Tecnologia
Apesar de todos os observatórios serem modernos, cada um usa a tecnologia de um jeito diferente para tornar a visita mais interessante.
As principais diferenças são:
- Summit One Vanderbilt: a tecnologia faz parte da experiência, com espelhos, projeções e ambientes imersivos.
- One World Observatory: a visita começa com apresentações multimídia e um elevador com efeitos visuais.
- Edge: utiliza recursos tecnológicos de forma mais discreta, deixando a plataforma suspensa como protagonista.
- Top of the Rock: aposta na vista e em experiências como o The Beam, sem depender de muitos efeitos tecnológicos.
- Empire State Building: combina uma exposição moderna durante a subida com um observatório de proposta mais clássica.
Em alguns casos, a experiência começa antes mesmo de entrar no elevador, com ambientes interativos e apresentações sobre o prédio. Em outros, a tecnologia aparece durante a subida ou até mesmo na forma como você observa a cidade lá do alto.
Também há observatórios que apostam em experiências sensoriais, espelhos, projeções e outros recursos para criar uma visita mais imersiva.
Já outros preferem deixar a tecnologia em segundo plano e fazer da vista o grande destaque. Se esse é um ponto importante para você, vale considerar que a proposta muda bastante de um observatório para outro.
Filas
Mesmo comprando ingresso com horário marcado, é normal encontrar uma pequena fila. Durante a nossa viagem, isso aconteceu em apenas dois observatórios.
Na nossa experiência:
- Summit One Vanderbilt: encontramos fila, mesmo no primeiro horário do dia.
- Top of the Rock: havia fila antes da abertura do observatório.
- Edge: entramos cerca de 30 minutos antes do horário marcado.
- Empire State Building: sem fila.
- One World Observatory: sem fila.
No Summit One Vanderbilt, a espera aconteceu porque o observatório estava bastante movimentado. Hoje, ele é um dos mais concorridos de Nova York e, mesmo comprando o primeiro horário disponível do dia, ainda encontramos fila para entrar.
No Top of the Rock, a situação foi diferente. Nós chegamos antes da abertura, então a fila se formou enquanto aguardávamos o observatório começar a funcionar.
Já no One World Observatory, no Empire State Building e no Edge, não tivemos espera. No Edge, inclusive, conseguimos antecipar a nossa entrada em cerca de 30 minutos, mesmo com um horário marcado para mais tarde, porque o movimento estava bem tranquilo.
Tempo médio da visita
Nenhum dos observatórios tem um tempo máximo de permanência. Depois que você entra, pode aproveitar a visita no seu ritmo.
Na nossa experiência:
- Reserve entre 1h30 e 2h para aproveitar a visita com calma.
- O Edge foi o único em que ficamos menos tempo, por causa do vento forte.
- No Summit One Vanderbilt, não é possível voltar para uma sala depois que você avança para a próxima.
No nosso caso, ficamos entre 1h30 e 2h em cada um deles. O único em que passamos menos tempo foi o Edge, porque a área externa estava com bastante vento no dia da nossa visita.
Uma dica sobre o Summit One Vanderbilt: como a experiência é dividida por diferentes ambientes, você não pode voltar para uma sala depois que avança para a próxima. Por isso, antes de seguir, vale a pena conferir se já aproveitou a vista e tirou todas as fotos que queria.
Veja como foi a nossa visita ao Summit One Vanderbilt e descubra se a experiência justifica o preço do ingresso.
Os detalhes que ninguém conta sobre os observatórios de Nova York

Depois de visitar os cinco observatórios de Nova York, percebi que existem alguns detalhes que dificilmente aparecem nas páginas oficiais ou até mesmo nos vídeos das redes sociais. São pequenas diferenças que não impedem a visita, mas que mudam bastante a experiência.
O observatório mais bonito nem sempre rende as melhores fotos
Uma coisa que aprendi durante a viagem é que beleza e fotografia nem sempre caminham juntas. Alguns ambientes impressionam pessoalmente, mas acabam exigindo mais cuidado por causa dos reflexos nos vidros, da iluminação ou da quantidade de pessoas.
Por outro lado, há observatórios em que a estrutura foi pensada justamente para facilitar as fotos. Antes da viagem, eu não imaginava que isso faria tanta diferença.
O horário da visita muda completamente a experiência
Nós escolhemos visitar todos os observatórios pela manhã. Como pegamos dias de céu bem limpo durante a viagem, conseguimos uma visibilidade excelente em praticamente todas as visitas.
Se eu organizasse esse roteiro novamente, provavelmente faria a mesma escolha. Mas isso não significa que seja a melhor opção para todo mundo. Quem sonha em ver o pôr do sol ou a cidade iluminada à noite pode ter uma experiência completamente diferente.
O prédio mais alto nem sempre impressiona mais
Antes da viagem, eu imaginava que o One World Observatory seria o observatório que mais me faria sentir a altura. Aconteceu justamente o contrário.
Mesmo sendo o prédio mais alto de Nova York e dos Estados Unidos, a visita acontece em um ambiente totalmente fechado. Para mim, a maior sensação de altura aconteceu no Edge, por causa da plataforma suspensa, do piso de vidro e do vento constante.
Depois do terceiro observatório, alguns começam a parecer parecidos
Como fizemos as visitas na seguinte ordem: Edge, Summit One Vanderbilt, Top of the Rock, Empire State Building e One World Observatory, percebi que a sensação de novidade foi mudando ao longo do roteiro.
O Edge marcou pela plataforma aberta e pelo piso de vidro. O Summit trouxe toda a experiência sensorial, enquanto o Top of the Rock ganhou um lugar especial para mim e para a Fer por causa da experiência do The Beam.
Quando chegamos ao Empire State Building, a vista já não causava o mesmo impacto. Isso não significa que o observatório seja ruim. Muito pelo contrário. A experiência do King Kong é divertida, rende fotos legais e o peso histórico do prédio faz a visita valer a pena.
Mas, olhando apenas para a vista, foi nesse momento que começamos a sentir que os observatórios tinham ficado parecidos. Por isso, se você pretende visitar todos, vale a pena conhecer a proposta de cada um antes da viagem e distribuir as visitas ao longo do roteiro para aproveitar melhor cada experiência.
O observatório que mais me surpreendeu
Muita gente diz que o Summit One Vanderbilt é o observatório mais surpreendente de Nova York, principalmente por causa das experiências imersivas. Eu concordo que ele é diferente, mas, para mim, a maior surpresa da viagem foi o Top of the Rock.
Talvez porque tenha sido ali que vimos o Central Park de perto pela primeira vez. Talvez pela experiência do The Beam. Ou até porque acabamos nos perdendo pelo Rockefeller Center na hora de ir embora. A verdade é que foi uma visita que marcou mais do que eu imaginava.
Se hoje eu tivesse que escolher apenas um observatório para indicar a quem está indo pela primeira vez a Nova York, provavelmente seria o Top of the Rock. Para mim, ele reúne a vista que eu mais gosto da cidade, uma experiência divertida e ainda tem o Empire State Building na paisagem.
O observatório que criou mais expectativa
Antes da viagem, eu tinha certeza de que o Edge seria um dos meus observatórios preferidos. Conheço muita gente que coloca ele em primeiro lugar no ranking e, por isso, minha expectativa estava bem alta.
A experiência foi boa, mas acabou sendo diferente do que eu imaginava. O vento estava muito forte no dia da nossa visita. Vimos até turistas perdendo gorros na plataforma. Além do frio, o cabelo ficava o tempo todo no rosto e os reflexos nos vidros dificultaram um pouco as fotos.
Outro detalhe é que o Edge foi o único observatório que visitamos durante a tarde. Naquele dia, começamos o roteiro atravessando a Ponte do Brooklyn, caminhamos por DUMBO, voltamos a Manhattan de metrô e chegamos ao observatório por volta das 3PM, já bastante cansadas.
Acho importante contar isso porque a experiência em um observatório também depende da viagem. Se eu tivesse visitado o Edge logo no começo do roteiro ou em um dia com menos vento, talvez a minha percepção fosse diferente.
Mesmo assim, eu voltaria, em outra situação, porque a plataforma suspensa e a vista continuam fazendo dele um observatório interessante de Nova York.
Nosso ranking: em qual observatório voltaríamos primeiro?

Se hoje eu voltasse à cidade e tivesse tempo para conhecer apenas dois observatórios, ou se alguém me pedisse uma indicação, essa seria a minha resposta.
O Top of the Rock é o meu preferido. Foi nele que tive a vista que mais gostei de Nova York, com o Central Park de um lado e o Empire State Building do outro.
Além da vista, a experiência do The Beam deixou a visita ainda mais divertida. Se eu tivesse que voltar a um observatório em Nova York, seria esse.
Pode parecer estranho colocar o Empire State Building à frente do Edge, mas existe um motivo muito simples. Para mim, faz parte da experiência de conhecer Nova York entrar no prédio mais famoso do mundo.
Mesmo depois de já ter visitado outros observatórios, eu voltaria sem pensar duas vezes. O peso histórico do edifício faz a visita ter um significado diferente.
O grande diferencial do Edge é a plataforma suspensa e o piso de vidro. Para quem gosta de altura, é uma experiência bem diferente dos outros observatórios.
Na nossa visita, o vento forte e o cansaço do dia acabaram influenciando um pouco a experiência. Ainda assim, eu faria a visita novamente e continuo achando que ele merece entrar no roteiro.
O One World Observatory tem uma vista muito ampla de Manhattan e um significado histórico impossível de ignorar.
Para mim, a visita vale principalmente pelo contexto. Estar no local onde a cidade se reconstruiu depois dos atentados de 11 de setembro faz o observatório ter um peso que vai muito além da vista.
E o Summit One Vanderbilt?

Se você reparou que ele não apareceu no ranking, foi de propósito. O Summit é o observatório que eu considero obrigatório para uma primeira viagem a Nova York. A combinação entre vista, tecnologia e experiências faz dele um passeio único na cidade.
Por isso, em vez de disputar posições com os outros observatórios, eu prefiro tratá-lo como uma recomendação à parte. Se você puder visitar apenas um observatório, eu começaria por ele, por conta da experiência.
Depois, escolheria outro de acordo com o tipo de experiência que mais combina com você.
Qual observatório combina mais com o seu perfil?
Depois de visitar os cinco observatórios de Nova York, percebi que não existe uma resposta para todo mundo. O melhor observatório depende muito do que você espera da experiência.
| Perfil | Nossa recomendação |
| Primeira viagem para Nova York | Summit One Vanderbilt + Top of the Rock |
| Só pode visitar um observatório | Summit One Vanderbilt |
| Quer economizar | Escolha um observatório incluído no Go City. Nós usamos o passe em parte da viagem e ele pode gerar uma boa economia dependendo do roteiro. |
| Ama fotografia | Top of the Rock ou Summit One Vanderbilt |
| Viaja com crianças | Summit One Vanderbilt ou Empire State Building |
| Tem medo de altura | One World Observatory |
| Quer ver o pôr do sol | Top of the Rock ou Edge |
| Gosta de história | Empire State Building ou One World Observatory |
| Pretende visitar dois observatórios | Summit One Vanderbilt + Top of the Rock |
Se o orçamento também pesa na decisão, veja quanto gastamos na nossa viagem de 17 dias pelos Estados Unidos e como montamos o planejamento financeiro.
Vale a pena visitar mais de um observatório?
Depois de visitar os cinco observatórios de Nova York, eu diria que vale a pena conhecer mais de um, principalmente se você tiver tempo no roteiro e esse for um dos seus objetivos na viagem.

Eu só consegui escrever este comparativo porque vivi a experiência em todos eles. Foi isso que me permitiu ver diferenças que eu não notaria se tivesse conhecido apenas um observatório.
A minha experiência foi essa, mas a sua pode ser diferente. Talvez você se encante pelo Edge muito mais do que eu, ou ache o Top of the Rock menos especial do que achei. E está tudo bem. Cada pessoa vive a viagem de um jeito.
Se você pretende visitar mais de um observatório, eu faria algumas combinações.
| Combinação | Por que vale a pena? |
| Top of the Rock + Summit One Vanderbilt | O Summit entrega uma experiência imersiva e moderna, enquanto o Top of the Rock oferece, na minha opinião, a vista mais bonita de Nova York. |
| Top of the Rock + Edge | O Top conquista pela vista clássica de Manhattan, enquanto o Edge chama atenção pela plataforma suspensa e pelo piso de vidro. |
| Top of the Rock + One World Observatory | Enquanto o Top mostra Midtown e o Central Park, o One World Observatory fica no extremo sul de Manhattan. |
Se o orçamento permitir, eu não teria receio de visitar mais de um observatório. Só faria uma recomendação: distribua essas visitas ao longo da viagem.
Quando você conhece vários observatórios em dias diferentes, cada um acaba sendo lembrado pela experiência que oferece, e não apenas pela vista da cidade.
Como economizar para visitar os observatórios de Nova York?
A forma mais econômica de comprar os ingressos depende de quantos observatórios e atrações você pretende incluir no seu roteiro. Foi esse cálculo que fiz antes da nossa viagem e ele acabou fazendo diferença no orçamento.
De forma geral, eu sigo uma regra simples.
| Situação | O que eu faria |
| Vai visitar apenas um observatório | Compraria um ingresso avulso pela GetYourGuide. |
| Vai visitar o Summit One Vanderbilt e outras atrações | Compraria o Summit separadamente e avaliaria um Go City Explorer Pass para o restante do roteiro. |
| Vai visitar vários observatórios e outras atrações | Faria todas as contas antes de decidir entre ingressos avulsos e um passe de atrações. |
Quando eu compraria um ingresso avulso

Se você vai visitar apenas um observatório em Nova York, eu recomendo comprar o ingresso pela GetYourGuide.
Foi o que fiz com o Summit One Vanderbilt, que não faz parte de nenhum passe de atrações. Também compramos por lá os ingressos para a Estátua da Liberdade durante essa mesma viagem.
É uma plataforma que conheço já tem tempo. Antes de Nova York, já tinha reservado passeios e atrações por lá durante viagens pela Itália, Portugal e Espanha. Por isso, quando chegou a hora de comprar os ingressos, foi a primeira opção que consultei.
Outro ponto que gosto é a flexibilidade. Muitas atrações oferecem cancelamento gratuito, o que ajuda bastante quando a previsão do tempo muda ou quando o roteiro precisa de algum ajuste.
Eu também gosto da liberdade na forma de pagamento. Normalmente compro em dólar usando o cartão da Wise, mas a GetYourGuide também permite finalizar a compra em reais para quem preferir. Depois da compra, basta abrir o aplicativo e apresentar o QR Code na entrada da atração.
Antes de finalizar qualquer reserva, também costumo comparar os preços com a Civitatis. Dependendo da atração, ela pode oferecer melhores condições ou parcelamento, então vale fazer conferir.
Quando o Go City vale mais a pena

Nós escolhemos o Go City Explorer Pass porque queríamos visitar nove atrações pagas durante a viagem. Como o Summit One Vanderbilt não faz parte de nenhum passe, ele já precisaria ser comprado separadamente.
Isso deixava oito atrações no nosso roteiro. O problema é que o Go City Explorer Pass não tem uma opção de 8 atrações. Era possível escolher um passe de 7 ou de 10 atrações.
Depois de comparar todos os preços, percebemos que a estratégia mais econômica era comprar o passe de sete atrações e adquirir a Estátua da Liberdade separadamente pela GetYourGuide, já que era o ingresso mais barato da nossa lista.
Com isso, a estratégia ficou assim:
| Atração | Como compramos |
| Summit One Vanderbilt | GetYourGuide |
| Estátua da Liberdade | GetYourGuide |
| Outras 7 atrações | Go City Explorer Pass |
Foi essa combinação que trouxe economia para a nossa viagem. Compramos o Explorer Pass de sete atrações por US$ 201 durante a Black Friday, enquanto o preço normal era US$ 229.
Além dos ingressos, a hospedagem também faz bastante diferença no orçamento. Veja onde reservar hotéis em Nova York e por que normalmente comparamos Hoteis.com e Booking antes de fechar a reserva.
Minha opinião
Depois de visitar os cinco observatórios, eu percebi que nunca começo a responder essa pergunta dizendo qual é o melhor. Quando alguém me pede uma indicação, a primeira coisa que pergunto é: o que você espera dessa experiência?
Se a pessoa quer viver algo diferente, com ambientes imersivos e uma visita que vai além da vista da cidade, eu indico o Summit One Vanderbilt.
Mas, se ela sonha em ver a paisagem clássica de Nova York, com o Empire State Building e o Central Park no horizonte, a minha resposta muda completamente: Top of the Rock.
Foi por isso que resolvi fazer este comparativo. Depois de conhecer os cinco observatórios, percebi que a melhor escolha não depende da altura do prédio, mas do tipo de experiência que você procura.
Nós nos hospedamos no RIU Plaza Manhattan Times Square durante os oito dias em Nova York. Se quiser conhecer o hotel em detalhes, veja a nossa review completa da hospedagem.
Afinal, qual é o melhor observatório de Nova York?
Se você leu este comparativo até aqui, já deve ter percebido que não existe uma única resposta para essa pergunta. Cada observatório tem uma proposta diferente e, dependendo do seu perfil, a melhor escolha pode mudar.

Mesmo assim, depois de visitar os cinco durante a nossa viagem, algumas conclusões ficaram bem claras para mim.
| Se você quer… | Escolha… |
| A melhor vista | Top of the Rock |
| A experiência mais completa | Summit |
| Sentir altura | Edge |
| Um passeio histórico | Empire |
| Um ambiente fechado | One World |
| Economizar com o Go City | Top ou Empire |
| Viajar com crianças | Summit |
| Ver o pôr do sol | Top |
Eu diria que:
- Summit One Vanderbilt entrega a experiência mais completa;
- Top of the Rock continua sendo o meu favorito por reunir a vista que eu mais gostei, incluindo o Empire State Building na paisagem, e ainda fazer parte do Go City;
- Empire State Building vale pela história e por tudo o que representa para Nova York;
- Edge é a melhor opção para quem quer sentir a altura de verdade;
- One World Observatory faz mais sentido para quem também valoriza o simbolismo do local e a história da cidade.
No fim, não existe uma resposta certa para todo mundo. Existe o observatório que combina mais com o seu jeito de viajar. Espero que a nossa experiência ajude você a fazer essa escolha com mais segurança e aproveitar ainda mais a sua viagem.
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Perguntas frequentes
Não existe uma única resposta. Para mim, o Summit One Vanderbilt entrega a experiência mais completa, enquanto o Top of the Rock continua sendo o meu favorito pela vista. No Malas e Destinos você encontra o comparativo para escolher o que mais combina com a sua viagem.
Para a sua primeira vez em Nova York, eu recomendo começar pelo Summit One Vanderbilt. Se o orçamento permitir visitar dois, acrescentaria o Top of the Rock para ter duas experiências bem diferentes. Continue navegando pelo Malas e Destinos para conhecer os detalhes de cada observatório.
Sim. Depois de conhecer os cinco, percebi que eles não mudam apenas pela vista, mas também pela proposta, pela estrutura e pela experiência. No Malas e Destinos eu mostro quais combinações considero mais interessantes para aproveitar melhor a viagem.
O Summit One Vanderbilt não faz parte do Go City. Já o Top of the Rock, o Empire State Building, o Edge e o One World Observatory estão disponíveis no passe, o que pode gerar uma boa economia dependendo do seu roteiro. No Malas e Destinos eu explico a estratégia que usamos para gastar menos com os ingressos.
O Edge e o Summit One Vanderbilt têm piso de vidro. No Edge, você pode caminhar sobre uma plataforma de vidro suspensa a mais de 340 metros de altura. Já no Summit, o piso de vidro faz parte de uma instalação artística integrada à experiência imersiva do observatório, com uma proposta diferente da plataforma do Edge. Veja mais.


