Pesquisando onde reservar hotel em Nova York, provavelmente já percebeu que existem várias plataformas e que escolher entre elas nem sempre é tão simples. A boa notícia é que tanto o Hoteis.com quanto o Booking são confiáveis.
Assim como você, trabalho, economizo e planejo cada viagem durante meses antes de embarcar. Por isso, quando chega a hora de reservar a hospedagem, não olho apenas o preço. A forma de pagamento, política de cancelamento e a segurança da reserva também fazem diferença.
Foi exatamente por isso que reservei hotéis em Nova York e Los Angeles pelo Hoteis.com, principalmente pela possibilidade de parcelar a hospedagem em até 12 vezes sem juros.
Mas, antes de fechar qualquer reserva, sempre pesquiso também no Booking para comparar preços, condições e benefícios. Neste guia, vou mostrar como faço essa comparação, quando cada plataforma vale mais a pena e o que analiso antes de reservar um hotel.

Onde reservar hotel em Nova York em 30 segundos:
- Reservei nosso hotel em Nova York pelo Hoteis.com, principalmente pela possibilidade de parcelar a hospedagem em até 12 vezes sem juros.
- O Booking continua fazendo parte do meu planejamento e utilizo para comparar preços, localização, avaliações e condições antes de fechar qualquer reserva.
- Não existe uma plataforma melhor em todos os casos. A escolha depende do preço final, da forma de pagamento e das políticas da hospedagem.
- Neste guia, compartilho minha experiência reservando mais de R$ 22 mil em hotéis nos EUA e explico como escolher a melhor plataforma para a sua viagem.
Onde reservar hotel em Nova York?
Se você está em dúvida sobre onde reservar um hotel em Nova York, saiba que existem várias plataformas confiáveis. A escolha depende do que é mais importante para você, como preço, forma de pagamento, política de cancelamento ou variedade de opções.
As principais plataformas são:
- Hoteis.com: foi a nossa escolha nas viagens para Nova York e Los Angeles. Além de permitir o parcelamento da hospedagem em até 12 vezes sem juros, o que ajuda bastante no planejamento financeiro, percebemos que a plataforma reúne uma curadoria mais criteriosa de hotéis. O catálogo é um pouco menor, mas costuma ser mais focado em hospedagens profissionais.
- Booking: é a plataforma de reservas de hospedagem mais conhecida do mundo e oferece uma quantidade enorme de hotéis, hostels, apartamentos e outros tipos de acomodação. Essa variedade é uma vantagem, mas também exige um pouco mais de atenção na hora de escolher.
- Expedia: uma das maiores agências de viagens online do mundo, permitindo reservar hotéis, passagens aéreas, aluguel de carros, cruzeiros e pacotes de viagem.
- Agoda: especializada em hospedagem, pertence ao mesmo grupo do Booking e é bastante forte na Ásia e na Oceania, onde costuma oferecer tarifas competitivas.
- Airbnb: exige atenção. Em Nova York, o aluguel de apartamentos inteiros por menos de 30 dias é proibido. Para estadias curtas, apenas quartos privativos podem ser anunciados, desde que o anfitrião more no imóvel, esteja presente durante a hospedagem e cumpra as regras da prefeitura.
Embora existam boas opções, é entre o Hoteis.com e o Booking que concentramos praticamente todas as nossas pesquisas. Ao longo deste guia, vamos mostrar quando cada um deles vale mais a pena.
Por que escolhemos o Hoteis.com para reservar nossos hotéis em Nova York?
Assim como você, planejo minhas viagens com bastante antecedência. Isso significa pesquisar preços, montar um orçamento e distribuir os gastos ao longo dos meses para chegar ao destino com a maior parte da viagem já paga.
Foi isso que me levou a escolher o Hoteis.com. Como a plataforma permite parcelar a hospedagem em até 12 vezes sem juros, conseguimos diluir uma das maiores despesas da viagem sem comprometer o orçamento de uma só vez.
Experiência em Nova York

Em Nova York, ficamos oito noites no RIU Plaza Manhattan Times Square, em um quarto para três pessoas. A reserva ficou em aproximadamente R$ 13.420, valor que conseguimos parcelar antes da viagem.
Além desse valor, ainda havia cerca de R$ 1.500 em taxas, pagas diretamente no hotel durante o check in. Em Manhattan, muitos hotéis cobram a chamada resort fee ou destination fee, uma taxa obrigatória que varia de acordo com a hospedagem.
No nosso caso, o RIU cobrava cerca de US$ 34 por diária. Como essa cobrança não pode ser parcelada pela plataforma, chegar a Nova York com toda a hospedagem já quitada, e pagar só esse valor lá, fez bastante diferença no nosso planejamento financeiro.
Foi justamente esse hotel que escolhemos para a nossa estadia em Manhattan. Se quiser conhecer o quarto, a localização, o café da manhã e todos os detalhes da hospedagem, leia a review completa do RIU Plaza Manhattan Times Square.
Experiência em Los Angeles

Em Los Angeles, a lógica foi exatamente a mesma. Ficamos seis noites no Loews Hollywood Hotel, também em um quarto para três pessoas.
A reserva ficou em aproximadamente R$ 9.200, parcelada pelo Hoteis.com antes da viagem. Já no hotel, pagamos pouco mais de R$ 1.100 em taxas obrigatórias, equivalentes a cerca de US$ 30 por diária.
Somando os dois destinos, estamos falando de mais de R$ 22 mil em hospedagem. Dividido entre três pessoas, ainda era um valor alto para pagar de uma única vez. Poder parcelar a maior parte desse custo enquanto organizamos a viagem tornou tudo muito mais tranquilo e permitiu embarcar sabendo que a principal despesa já estava resolvida.
Foi por isso que escolhemos o Hoteis.com. Não apenas pelo preço dos hotéis, mas porque encontramos as hospedagens que queríamos e ainda tivemos a flexibilidade de pagar aos poucos.
Para quem, assim como eu, trabalha, economiza durante meses e planeja cada detalhe da viagem, esse diferencial fez toda a diferença.
Em Los Angeles, a experiência foi bem diferente. Se estiver planejando conhecer a cidade, veja também minha review completa do Loews Hollywood Hotel.
O grande diferencial do Hoteis.com para brasileiros
Depois de usar o Hoteis.com na nossa viagem para os EUA, percebi que para quem gosta de planejar a viagem com antecedência, alguns recursos fazem a diferença no orçamento e na praticidade da reserva.
Na nossa experiência, estes foram os principais pontos positivos:
- Parcelamento em até 12 vezes sem juros: esse foi, sem dúvida, o principal motivo da nossa escolha. Consegui parcelar mais de R$ 22 mil em hospedagem antes da viagem e chegar aos Estados Unidos precisando pagar apenas as taxas obrigatórias cobradas pelos hotéis. Para quem organiza o orçamento ao longo de vários meses, isso faz bastante diferença.
- Reserva simples e intuitiva: o processo é rápido, com poucos passos até a confirmação. Em poucos minutos consegui escolher o quarto, revisar as condições da hospedagem e finalizar a reserva.
- Confirmação rápida: logo após a compra recebemos a confirmação da reserva por e-mail e no aplicativo, o que trouxe bastante tranquilidade durante o planejamento.
- Programa Hoteis.com Rewards: esse foi um benefício que acabou nos surpreendendo. Em hotéis participantes, você ganha um selo para cada diária concluída. Ao acumular 10 selos, recebe uma diária de recompensa com valor equivalente à média das dez diárias acumuladas.
No nosso caso, as oito diárias no RIU Plaza Manhattan Times Square, em Nova York, participaram do programa e renderam oito selos. Alguns meses depois, me hospedei em um B&B Hotels, no Brasil.
Como essas diárias também participavam do programa, completei os 10 selos e desbloqueei uma diária de recompensa no valor aproximado de R$ 1.110 para utilizar em uma futura hospedagem participante.
Depois de reservar a hospedagem, outro item que sempre resolvo antes de viajar é o chip internacional. Já testei diferentes opções e contei como foi minha experiência com o Holafly nos EUA.
Booking também vale a pena?
Eu continuo usando bastante o Booking e ele ainda faz parte do meu planejamento de viagem. Apesar de ter escolhido o Hoteis.com para reservar nossos hotéis em Nova York e Los Angeles, isso não significa que deixei o Booking de lado.
Hoje, eu uso a plataforma principalmente quando vou para São Paulo assistir a algum show. Como normalmente são apenas uma ou duas diárias, o parcelamento deixa de ser o fator decisivo. Nesses casos, o que mais pesa para mim é o valor final da hospedagem.
O Booking também oferece vantagens que considero importantes:
- Maior variedade de acomodações: reúne hotéis, hostels, pousadas, apartamentos e outros tipos de hospedagem.
- Mapa interativo: facilita bastante a escolha da localização, principalmente em cidades grandes.
- Avaliações verificadas: as opiniões são publicadas por hóspedes que realmente se hospedaram no local, o que ajuda muito na hora de decidir.
- Políticas de cancelamento flexíveis: muitos hotéis oferecem cancelamento gratuito ou pagamento na propriedade.
Sempre que vou reservar um hotel, faço exatamente a mesma coisa. Primeiro pesquiso no Hoteis.com. Depois abro o Booking e comparo o valor final, as condições da reserva e os benefícios oferecidos por cada plataforma.
Em algumas viagens, o Hoteis.com continua sendo a melhor escolha por causa do parcelamento. Em outras, principalmente quando a hospedagem é curta, o Booking acaba oferecendo a opção mais interessante.
Por isso, antes de confirmar qualquer reserva, eu sempre recomendo comparar as duas plataformas e escolher a que faz mais sentido para a sua viagem.
Independentemente da plataforma escolhida, sempre gosto de chegar ao destino com o máximo possível organizado. Por isso, também costumo resolver antecipadamente o chip de internet.
Hoteis.com ou Booking: qual escolher?

Depois de usar as duas plataformas em diferentes viagens, cheguei à conclusão de que não existe uma resposta única para essa pergunta. Tudo depende do tipo de viagem, do seu orçamento e do que é mais importante para você na hora de reservar a hospedagem.
| Critério | Hoteis.com | Booking |
| Parcelamento | ⭐⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐ |
| Quantidade de hotéis | ⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Facilidade de uso | ⭐⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Cancelamento | Excelente | Excelente |
| Aplicativo | Excelente | Excelente |
| Melhor para brasileiros | ⭐⭐⭐⭐⭐ | ⭐⭐⭐⭐ |
Eu faço exatamente isso antes de reservar qualquer hotel. Primeiro pesquiso no Hoteis.com e depois consulto o Booking para comparar o valor final, as políticas de cancelamento, a localização e os benefícios oferecidos por cada plataforma.
Quando a viagem é internacional e a hospedagem representa uma parte importante do orçamento, o parcelamento do Hoteis.com faz bastante diferença para mim. Foi exatamente o que aconteceu em Nova York e Los Angeles.
Já nas viagens mais curtas, como quando vou a São Paulo para um fim de semana, comparo apenas o preço final nas duas plataformas. Como o valor da hospedagem é menor, o parcelamento deixa de ser o fator decisivo e escolho a opção que oferece a melhor condição naquele momento.
Se eu pudesse dar apenas uma recomendação, seria esta: não reserve no primeiro site que encontrar. Compare o Hoteis.com e o Booking. Muitas vezes a diferença está no preço, em outras na forma de pagamento ou na política de cancelamento.
Vale a pena comparar preços antes de reservar?
Sempre comparo os preços antes de confirmar qualquer hospedagem. Esse hábito leva apenas alguns minutos e pode fazer diferença no valor final da reserva ou nas condições oferecidas por cada plataforma.
Nem sempre a diferença está na diária. Em alguns casos, uma plataforma oferece uma promoção exclusiva. Em outros, o mesmo hotel pode ter políticas de cancelamento mais flexíveis ou formas de pagamento diferentes.
Também vale a pena verificar se os impostos e taxas estão sendo apresentados da mesma forma. Algumas plataformas destacam esses valores durante a pesquisa, enquanto outras mostram parte deles apenas nas etapas finais da reserva.
Antes de decidir, eu costumo conferir:
- Valor total da hospedagem.
- Taxas e impostos incluídos.
- Política de cancelamento.
- Forma de pagamento disponível.
- Benefícios oferecidos pela plataforma.
Eu nunca parto do princípio de que um site será sempre mais barato que o outro. Comparar essas informações faz parte do meu planejamento e ajuda a escolher a opção que oferece o melhor custo-benefício para cada viagem.
Como economizar ao reservar hotel em Nova York?

Economizar na hospedagem não significa escolher o hotel mais barato. Na minha experiência, o segredo está em planejar a reserva com antecedência e prestar atenção a alguns detalhes que fazem diferença no valor final da viagem.
Reserve com antecedência
Eu reservei nosso hotel em Nova York cerca de cinco meses antes da viagem. A cidade tem uma oferta enorme de hospedagens, mas a procura também é muito alta, principalmente em Manhattan.
Se encontrar um hotel que atenda ao seu orçamento, tenha boas avaliações e uma localização interessante, minha recomendação é não esperar muito. As melhores opções costumam esgotar rapidamente ou aumentar de preço conforme a viagem se aproxima.
Seja flexível nas datas
Se você puder alterar a viagem em um ou dois dias, vale a pena fazer alguns testes. Pequenas mudanças no calendário podem reduzir bastante o valor da hospedagem, especialmente fora dos períodos de maior movimento.
Compare as plataformas
Antes de confirmar qualquer reserva, sempre comparo os preços no Hoteis.com e no Booking. Em alguns casos, a diferença é pequena. Em outros, uma plataforma pode oferecer uma condição melhor, seja no preço, no cancelamento ou na forma de pagamento.
Observe as taxas
Em Nova York, a maioria dos hotéis cobra taxas obrigatórias que são pagas diretamente na hospedagem. Antes de reservar, confira o valor dessas cobranças para evitar surpresas e calcular corretamente o custo total da viagem.
Priorize hotéis com cancelamento gratuito
Sempre que possível, prefiro reservas com cancelamento gratuito. Além de trazer mais tranquilidade durante o planejamento da viagem, essa opção permite reservar sabendo que, se surgir algum imprevisto, é possível cancelar a hospedagem dentro do prazo informado pelo hotel, sem custos extras.
Aproveite o parcelamento para se proteger da variação do dólar
Um detalhe que gostei bastante no Hoteis.com é que a plataforma exibe o valor da reserva em reais e permite parcelar esse valor já convertido. Isso significa que cada parcela mantém o mesmo valor, sem surpresas caso a cotação do dólar suba nos meses seguintes.
Para quem, como eu, organiza a viagem com bastante antecedência, essa previsibilidade ajuda muito no planejamento financeiro e evita que a hospedagem fique mais cara por causa da variação do câmbio.
Atenção às taxas extras dos hotéis em Nova York
Quando você reserva um hotel em Nova York, o valor mostrado na plataforma nem sempre será o único custo da hospedagem. Além da diária, alguns hotéis podem cobrar taxas obrigatórias e solicitar um caução no momento do check in.
Por isso, antes de finalizar qualquer reserva, sempre verifico quais cobranças serão pagas antecipadamente e quais deverão ser quitadas diretamente no hotel. Esse cuidado evita surpresas e ajuda a montar um orçamento realista para a viagem.
As principais cobranças são estas:
- Resort fee ou destination fee: uma taxa diária obrigatória cobrada por muitos hotéis, principalmente nos Estados Unidos e no Caribe. Ela costuma incluir benefícios como Wi Fi, academia, piscina e outras comodidades oferecidas pela hospedagem.
- Impostos e taxas municipais: além da diária, Nova York cobra impostos sobre hospedagem. Dependendo da plataforma e do hotel, esses valores podem aparecer separados durante a reserva.
- Caução: um valor bloqueado no cartão de crédito como garantia durante a hospedagem. Caso não haja consumo extra ou danos ao quarto, o bloqueio é cancelado após o check out.
Como foi na minha viagem
Em Nova York, fiquei no RIU Plaza Manhattan Times Square. A reserva foi paga antecipadamente pelo Hoteis.com, mas no check in ainda precisei pagar cerca de US$ 34 por diária referentes à Resort Fee, totalizando aproximadamente R$ 1.500.
Já em Los Angeles, no Loews Hollywood Hotel, a cobrança foi um pouco diferente. O hotel oferecia a opção de incluir a Resort Fee no cartão utilizado como caução ou fazer o pagamento no check out.
Como já era o fim da viagem e ainda tínhamos saldo disponível na Wise, preferimos quitar a taxa diretamente no encerramento da hospedagem, e não ficar a mercê de valor do dólar ao fechar a fatura do cartão.
Atenção ao cartão usado para o caução
Sempre recomendo levar um cartão de crédito internacional emitido no Brasil para o caução. Como esse valor fica apenas bloqueado, você preserva o saldo disponível para usar durante a viagem.
Eu evito utilizar a Wise para isso. Como ela funciona na modalidade débito, o valor fica indisponível na conta até o hotel liberar o bloqueio. Em alguns casos, esse processo pode levar vários dias e o dinheiro só volta quando você já está no Brasil.
Antes de viajar, vale a pena confirmar com o hotel qual será o valor do caução, quando ele será bloqueado e em quanto tempo costuma ser liberado após o check out. Essas informações ajudam a evitar surpresas e facilitam o planejamento financeiro da viagem.
Quando reservar hotel em Nova York?

Se existe uma dica que realmente fez diferença no meu planejamento, foi reservar o hotel com antecedência.
Quanto antes você começar a pesquisar, maiores são as chances de encontrar boas opções de hospedagem, principalmente em regiões disputadas como Manhattan.
Na minha viagem, embarquei em janeiro de 2026, mas fechei a hospedagem ainda em agosto de 2025, com pouco mais de cinco meses de antecedência. Mesmo viajando em janeiro, considerado um período de baixa temporada em Nova York, o hotel estava com ocupação muito alta durante praticamente toda a estadia.
Minha recomendação é usar a tabela abaixo como referência para começar a pesquisar e acompanhar os preços:
| Época da viagem | Antecedência |
| Alta temporada | 5 a 8 meses |
| Natal e Ano Novo | 8 a 10 meses |
| Primavera | 4 a 6 meses |
| Outono | 4 a 6 meses |
| Janeiro e fevereiro | 3 a 5 meses |
Esses prazos não são uma regra, mas ajudam bastante no planejamento. Se você encontrar um hotel bem localizado, com boas avaliações, um preço que caiba no seu orçamento e uma política de cancelamento que atenda às suas necessidades, vale a pena considerar a reserva.
Esperar demais pode limitar as opções disponíveis ou fazer com que as tarifas aumentem. Em uma cidade tão procurada quanto Nova York, as melhores hospedagens costumam ser reservadas com bastante antecedência.
Como saber se um hotel realmente é bom?
Antes de reservar qualquer hospedagem, nunca olho apenas o preço. Alguns minutos analisando a página do hotel podem evitar dores de cabeça e ajudar a escolher uma opção que realmente faça sentido para sua viagem.
Hoje, este é o checklist que sempre sigo:
- Quantidade de avaliações: prefiro hotéis com centenas ou milhares de avaliações. Quanto maior o número de hóspedes avaliando a propriedade, mais confiável tende a ser a nota.
- Fotos recentes: gosto de ver tanto as fotos oficiais quanto as enviadas pelos hóspedes. Elas mostram como o hotel realmente é.
- Localização: sempre verifico a distância até as atrações que pretendo visitar e se a região é prática para caminhar ou utilizar transporte público.
- Comentários dos hóspedes: costumo ler principalmente as avaliações mais recentes e observar se as reclamações se repetem. Quando muitos hóspedes apontam o mesmo problema, considero isso um sinal de atenção.
- Transporte: em cidades como Nova York, a proximidade de estações de metrô pode fazer bastante diferença na rotina e até reduzir os gastos com transporte.
Foi exatamente esse processo que me levou a escolher o RIU para a nossa viagem. As avaliações eram excelentes, a localização ficava a poucos minutos de caminhada da Times Square e o transporte público também pesou bastante na decisão. Havia quatro linhas de metrô praticamente na esquina do hotel, além de outras estações muito próximas, o que facilitou todos os deslocamentos durante a viagem.
Como evitar golpes ao reservar hotel em Nova York?
Reservar hotéis em plataformas conhecidas já reduz bastante o risco de golpes, mas alguns cuidados simples podem trazer ainda mais segurança. Sempre que faço uma reserva, costumo seguir alguns passos antes de confirmar a hospedagem.
Meu checklist é este:
- Reserve sempre pela plataforma: evito concluir reservas por WhatsApp, redes sociais ou qualquer outro canal externo. Além de ser mais seguro, você mantém toda a negociação registrada caso precise de suporte.
- Nunca faça pagamentos fora da plataforma: se alguém pedir uma transferência, PIX ou qualquer outro pagamento direto para garantir a reserva, desconfie. O procedimento correto é realizar o pagamento dentro da plataforma escolhida.
- Confira a confirmação da reserva: assim que concluo a compra, verifico se recebi o e-mail de confirmação e se a reserva também aparece no aplicativo da plataforma.
- Desconfie de hotéis muito novos e com poucas avaliações: eu raramente reservo hospedagens que acabaram de entrar na plataforma e ainda não possuem um histórico de avaliações.
Quando tenho alguma dúvida sobre um hotel novo, costumo fazer um teste simples. Reservo uma opção com cancelamento gratuito e envio uma mensagem pela própria plataforma. Pergunto sobre o Wi-Fi, estacionamento ou qualquer outra informação, mesmo quando já encontrei essa resposta na descrição.
Além de esclarecer dúvidas, essa conversa ajuda a verificar se realmente existe uma equipe administrando a hospedagem e respondendo aos hóspedes. Não é garantia absoluta, mas é um cuidado que adotei ao longo dos anos e que me deixa muito mais tranquila antes de viajar.
Afinal, onde reservar hotel em Nova York?
Se existe uma resposta rápida para a pergunta onde reservar hotel em Nova York, ela é: depende do que faz mais sentido para o seu planejamento. Não existe uma plataforma perfeita para todas as situações, e foi justamente isso que aprendi organizando as minhas viagens.

Para mim, o Hoteis.com acabou sendo a melhor escolha nas viagens para Nova York e Los Angeles. Além de encontrar exatamente os hotéis onde eu queria me hospedar, consegui parcelar a reserva em até 12 vezes sem juros e viajar sabendo que a maior despesa já estava paga.
Isso não significa que deixei de usar o Booking. Continuo consultando a plataforma em praticamente todas as viagens, principalmente para comparar preços, localização, avaliações e políticas de cancelamento. Em algumas situações, principalmente em hospedagens mais curtas, ele pode até oferecer a melhor opção.
Se eu pudesse deixar apenas uma dica, seria esta: pesquise no Hoteis.com, compare com o Booking e nunca escolha apenas pelo menor preço. Analise também a forma de pagamento, as avaliações, a localização, as taxas cobradas pelo hotel e a política de cancelamento. São esses detalhes que fazem diferença antes e durante a viagem.
Espero que a minha experiência ajude você a reservar seu hotel em Nova York com mais segurança e tranquilidade. Se este guia ajudar você a evitar um erro ou economizar um pouco mais na sua viagem, então ele já cumpriu o seu papel.
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Perguntas frequentes
Não existe uma única resposta. Para viagens internacionais, costumo começar a pesquisa pelo Hoteis.com por causa do parcelamento em até 12 vezes sem juros, mas sempre comparo os preços e as condições com o Booking antes de finalizar a reserva. No Malas e Destinos, mostro exatamente como faço essa comparação.
Sim. Eu reservei minha hospedagem cerca de cinco meses antes da viagem e consegui garantir o hotel que queria antes do aumento das tarifas. No Malas e Destinos, você encontra dicas para saber qual é o melhor momento para reservar.
Nem sempre. Muitos hotéis em Nova York cobram Resort Fee ou Destination Fee, além de impostos e do caução solicitado no check in. No Malas e Destinos, explico quais cobranças esperar para montar um orçamento sem surpresas.
Minha recomendação é comparar as duas. Analise o preço final, a forma de pagamento, as avaliações, a política de cancelamento e os benefícios oferecidos antes de decidir. No Malas e Destinos, compartilho a experiência das minhas reservas para ajudar você a fazer a melhor escolha.


