Contratar um seguro viagem para os Estados Unidos fez parte do nosso planejamento. Durante os 17 dias que passamos entre Nova York, Las Vegas e Los Angeles, em janeiro, queríamos viajar com a tranquilidade de saber que estaríamos protegidas caso algum imprevisto acontecesse.
Felizmente, não precisamos acionar o seguro. Mesmo assim, em nenhum momento pensamos que ele foi um gasto desnecessário. Viajar sabendo que estávamos cobertas fez a diferença para aproveitarmos o roteiro.
Neste artigo, vou mostrar qual seguro viagem escolhemos para os Estados Unidos, quanto pagamos, por que essa foi a nossa escolha e o que você deve analisar antes de contratar o seu. Também vou explicar como funciona e o que fazer caso precise utilizá-lo durante a viagem.
Se você ainda está em dúvida sobre qual seguro contratar ou quer entender se ele realmente vale a pena, espero que a nossa experiência ajude você a fazer uma escolha mais consciente para a sua viagem.

Seguro viagem para os Estados Unidos em 30 segundos:
- Obrigatório? Não, mas eu considero indispensável.
- Quanto custa? A partir de R$ 130 por pessoa para uma semana. Nós pagamos R$ 321 por pessoa por 19 dias.
- Cobertura escolhida: US$ 35 mil para despesas médicas, hospitalares e odontológicas, com extensão para COVID.
- Como contratamos: Pela Seguros Promo, comparando seguradoras e usando cupom de desconto.
- Vale a pena? Sim. Felizmente não precisamos usar o seguro, mas a tranquilidade que ele trouxe durante os 17 dias fez o investimento valer a pena.
Seguro viagem para os Estados Unidos vale a pena?
Embora o seguro viagem não seja obrigatório para entrar nos Estados Unidos, eu considero que ele é um dos itens mais importantes do planejamento. Como os custos com saúde no país são muito altos, um atendimento médico pode gerar uma despesa que supera, com facilidade, o valor pago pelo seguro.
Foi por isso que nós contratamos um seguro viagem para os Estados Unidos antes de embarcar. Felizmente, não precisamos utilizá-lo durante os dias da viagem.
Por que a saúde nos Estados Unidos é tão cara?
Quando o assunto é viajar, eu tenho uma regra: não saio do país sem seguro viagem. Dependendo do destino, nem do estado eu viajo sem ele, mesmo tendo plano de saúde. Quando organizamos essa viagem, deixei claro para a Fer e para a minha prima que esse era um item que eu não abria mão, e não deixava elas abrirem também.
Nos Estados Unidos, essa decisão fez ainda mais sentido. A saúde por lá é muito cara e, dependendo do atendimento que você precisar, o valor pode passar facilmente de tudo o que você gastou na viagem.
Comparando com isso, o seguro representou cerca de 1% do nosso investimento total e nos deu segurança do embarque até a volta para casa.
Quais situações podem gerar gastos inesperados?
Mesmo que você esteja viajando apenas para passear, alguns imprevistos podem acontecer. Entre as situações mais comuns estão:
- consultas médicas por gripe, infecção ou mal-estar;
- atendimento em pronto-socorro;
- internações;
- transporte de ambulância;
- acidentes durante passeios ou caminhadas;
- exames e medicamentos prescritos durante a viagem.
Nós viajamos no inverno, passamos por três cidades e caminhamos muitos quilômetros todos os dias. Tudo correu bem. Mas saber que tínhamos um seguro caso algo acontecesse fez diferença para aproveitarmos a viagem.
Na nossa viagem de 17 dias, o seguro representou cerca de 1% do investimento total. Se você quer entender todos os custos da viagem, veja também quanto custa viajar para os Estados Unidos.
O seguro viagem é obrigatório para entrar nos Estados Unidos?
Não. O seguro viagem não é obrigatório para entrar nos Estados Unidos. Mesmo assim, eu recomendo contratar um antes do embarque, principalmente por causa do alto custo da saúde no país.

Na imigração, ninguém perguntou se tínhamos seguro. Na verdade, nunca me fizeram essa pergunta em nenhuma imigração que passei, seja nos EUA, na Europa, nem aqui na América do Sul. As perguntas sempre foram sobre o motivo da viagem, hospedagem e tempo de permanência.
Mesmo sem essa exigência, eu jamais viajaria para os Estados Unidos sem um seguro. Basta imaginar precisar de um atendimento simples, como um soro ou uma consulta, e receber uma conta que pode custar mais do que toda a sua viagem.
Também não é difícil encontrar relatos de pessoas que decidiram viajar sem seguro para economizar e acabaram gastando muito mais quando precisaram de atendimento médico. Esse é um daqueles custos que vale muito mais a pena prevenir do que correr o risco.
Quanto custa um atendimento médico nos Estados Unidos?
Como felizmente não precisamos usar o seguro durante a viagem, mesmo assim, pesquisei bastante antes de contratar justamente porque sabia que um atendimento médico nos Estados Unidos poderia custar muito mais do que o próprio seguro.
Confesso que, depois de ver os valores, fiquei ainda mais convencida de que contratar um seguro foi a decisão certa.
Os preços variam bastante conforme a cidade, o hospital, a gravidade do caso e até o horário do atendimento. Mesmo assim, os valores abaixo ajudam a ter uma ideia do quanto uma emergência pode pesar no orçamento da viagem.
| Atendimento | Faixa de preço aproximada* |
| Consulta médica | US$ 150 a US$ 300 |
| Pronto-socorro | US$ 1.500 a US$ 3.000 |
| Ambulância | US$ 400 a US$ 2.500 |
| Exames | A partir de US$ 100, podendo ultrapassar US$ 2.000, dependendo do exame |
| Internação | A partir de alguns milhares de dólares, podendo ultrapassar dezenas de milhares em casos mais complexos |
No nosso caso, a viagem passou por três cidades conhecidas pelo alto custo de vida. Se alguém precisasse de um soro por desidratação, um raio X depois de torcer o pé ou até de uma ida ao pronto-socorro, a conta provavelmente não seria baixa.
Foi aí que a relação custo-benefício do seguro viagem fez ainda mais sentido para mim. O valor que pagamos representou uma pequena parte do investimento da viagem e nos deu cobertura para situações que poderiam gerar uma despesa muito maior do que imaginávamos.
Aliás, foi usando a Wise nos Estados Unidos que pagamos praticamente todas as despesas da viagem.
Quanto custa um seguro viagem para os Estados Unidos?
Um seguro viagem para os Estados Unidos custa, em média, a partir de R$ 130 por pessoa para uma viagem de uma semana. O valor varia conforme a idade do viajante, a duração da viagem, o destino e as coberturas escolhidas.

Quando comecei a pesquisar, achei que o seguro ia pesar no orçamento da viagem. No fim das contas, descobri que ele custava muito menos do que eu imaginava. Principalmente quando comparado ao que uma consulta ou uma ida ao pronto-socorro pode custar nos Estados Unidos.
O que influencia no preço do seguro viagem?
O valor do seguro muda de acordo com alguns fatores. Os principais são:
- idade do viajante;
- quantidade de dias da viagem;
- valor da cobertura médica;
- prática de esportes durante a viagem;
- gestação ou outras condições que exigem coberturas específicas.
Se você estiver viajando com idosos ou pretende praticar esportes como esqui, por exemplo, é normal encontrar valores um pouco maiores do que os de um plano mais básico.
Quanto pagamos na nossa viagem?
No nosso caso, éramos três amigas, todas na faixa dos 30 anos, viajando por 19 dias entre Brasil e Estados Unidos. A seguradora considera tanto o dia do embarque no Brasil quanto o dia do desembarque na volta, por isso a apólice ficou com 19 dias de cobertura, acompanhando toda a viagem.
Como o roteiro era focado em turismo e não incluía esportes radicais, escolhemos um plano que atendia exatamente ao que precisávamos, sem pagar por coberturas que dificilmente usaríamos.
A nossa apólice incluía cobertura de US$ 35 mil para despesas médicas, hospitalares e odontológicas, além de outras assistências para a viagem.
| Item | Informação |
| Dias segurados | 19 dias |
| Valor pago | R$ 321 por pessoa |
| Seguradora | SulAmérica |
| Plano | Cobertura de US$ 35 mil para despesas médicas, hospitalares e odontológicas com extensão para COVID-19 |
O nosso plano foi suficiente porque a viagem não incluía nenhuma atividade de risco. A experiência mais radical do roteiro provavelmente foi uma montanha-russa na Disney.
Se tivéssemos planejado esquiar ou praticar algum esporte de aventura, certamente procuraríamos uma cobertura específica para isso.
O mais importante é não escolher o seguro apenas pelo menor preço. Vale muito mais a pena contratar um plano que faça sentido para a sua viagem do que economizar alguns reais e descobrir, quando precisar de atendimento, que a cobertura não era suficiente.
Além do seguro, outro item que entrou no nosso planejamento foi o chip internacional para os Estados Unidos.
Qual cobertura escolher para os Estados Unidos?
A melhor cobertura não é a mais cara. É a que faz sentido para a viagem que você vai fazer.
Na hora de contratar o nosso seguro, eu pensei nisso. Não adiantava pagar mais por uma cobertura para esportes radicais se nenhuma de nós tinha a menor intenção de esquiar, fazer snowboard ou qualquer outra atividade desse tipo.
A nossa viagem era outra. Passamos os dias andando por Nova York, conhecendo Las Vegas, passeando por Los Angeles e aproveitando a Disney. Então procuramos um seguro que atendesse esse perfil, sem pagar por coberturas que provavelmente nunca usaríamos.
Agora, se a sua viagem for diferente da nossa, aí sim vale adaptar a escolha. Quem vai esquiar, fazer trilhas mais pesadas ou praticar algum esporte de aventura precisa verificar se essas atividades estão cobertas pela apólice.
| Perfil da viagem | O que eu analisaria |
| Primeira viagem | Uma boa cobertura médica e hospitalar. |
| Família | Cobertura compatível para todos os viajantes. |
| Casal | Um plano que acompanhe o roteiro da viagem. |
| Mochilão | Boa cobertura para quem vai passar muitos dias se deslocando. |
| Inverno | Atenção se houver atividades na neve. |
| Idosos | Conferir as condições e os limites de idade da seguradora. |
Eu sempre parto da mesma ideia: primeiro penso em como vai ser a viagem. Só depois escolho o seguro. Para mim, faz muito mais sentido do que simplesmente contratar o plano mais barato ou o mais caro.
Qual cobertura faz sentido para o seu perfil?
Não existe uma cobertura ideal para todo mundo. O melhor plano depende do tipo de viagem, da sua idade, das atividades que pretende fazer e do nível de proteção que procura. Para facilitar, este é um comparativo que eu faria hoje.
| Cobertura médica | Para quem costuma fazer sentido | Minha opinião |
| US$ 35 mil | Viagens de turismo, compras e passeios urbanos | Foi a cobertura que escolhemos para os nossos 17 dias entre Nova York, Las Vegas e Los Angeles e atendeu ao perfil da nossa viagem. |
| US$ 60 mil | Viagens mais longas, famílias ou quem prefere viajar com uma margem maior | Acho uma boa opção para quem quer aumentar a cobertura sem uma diferença tão grande no preço. |
| US$ 90 mil | Idosos, gestantes, esportes ou quem busca uma cobertura mais ampla | Pode fazer sentido para perfis específicos ou para quem prefere viajar com uma cobertura médica mais alta. |
No nosso caso, eu não escolhi o plano com a maior cobertura disponível. Escolhi o que fazia sentido para o tipo de viagem que iríamos fazer.
Como o roteiro era focado em turismo, sem esportes na neve ou atividades de aventura, a cobertura de US$ 35 mil nos deixou confortáveis. Se a viagem fosse diferente, provavelmente eu faria outra escolha.
Se você pretende dirigir durante a viagem, vale a pena conferir também como funciona o aluguel de carro em Las Vegas, inclusive a parte de seguros.
O que o seguro viagem cobre?
Depende do plano contratado. Cada seguro viagem oferece coberturas diferentes, por isso vale a pena conferir a apólice antes de fechar a compra.

Foi isso que fizemos antes da nossa viagem para os Estados Unidos. Em vez de olhar apenas o preço, conferimos o que estava incluído no plano. Afinal, não adianta economizar alguns reais e descobrir depois que justamente o atendimento que você precisa não está coberto.
No nosso caso, contratamos um seguro para uma viagem de 19 dias, porque a seguradora considera desde o dia do embarque no Brasil até o dia do desembarque na volta. Ou seja, ficamos cobertas durante toda a viagem, inclusive nos dias de deslocamento.
Estas foram algumas das principais coberturas incluídas na nossa apólice:
| Cobertura | Nosso seguro incluía? |
| Emergências médicas, hospitalares e odontológicas | Até US$ 35 mil |
| Traslado médico | Até US$ 20 mil |
| Repatriação sanitária | Até US$ 20 mil |
| Traslado de corpo | Até US$ 20 mil |
| Despesas farmacêuticas | Até US$ 750 |
| Hospedagem de acompanhante | Até US$ 750 |
| Extravio de bagagem | Até R$ 3 mil |
| Cancelamento de viagem | Até R$ 2 mil |
| Atraso de voo | Até US$ 80 |
Para a nossa viagem, esse conjunto de coberturas custou cerca de R$ 320 por pessoa.
Perceba que nem todo seguro oferece essas coberturas ou os mesmos valores. Alguns planos incluem telemedicina, outros aumentam a cobertura para bagagem, enquanto outros são voltados para quem vai praticar esportes ou precisa de uma cobertura médica maior.
Foi com esse seguro que viajamos durante a hospedagem no Caesars Palace.
O que normalmente não está coberto?
Nem tudo está incluído em um seguro viagem. As coberturas variam de acordo com a seguradora e o plano contratado, por isso vale a pena ler a apólice antes de viajar.
Quando contratamos o nosso seguro, uma das coisas que fiz questão de fazer foi conferir as principais exclusões. Afinal, é muito melhor descobrir antes do embarque o que o plano cobre ou não do que precisar usar o seguro durante a viagem e ter uma surpresa.
De forma geral, estas são algumas situações que costumam exigir atenção:
| Situação | Pode não estar coberta? |
| Doenças preexistentes | Depende do plano |
| Esportes radicais | Geralmente exigem cobertura específica |
| Atendimento relacionado ao uso de álcool ou drogas | Normalmente não |
| Atividades ilegais | Não |
| Procedimentos eletivos | Normalmente não |
Isso não significa que todos os seguros funcionem da mesma forma. Algumas seguradoras oferecem coberturas extras ou condições diferentes.
Por isso, sempre recomendo conferir a apólice antes de contratar, principalmente se a sua viagem incluir alguma atividade específica ou se você tiver alguma condição de saúde que mereça atenção.
No nosso caso, como o roteiro era focado em turismo, compras, parques e passeios pelas cidades, um plano tradicional atendia. Se a viagem tivesse incluído esqui ou outro esporte de aventura, eu teria escolhido uma cobertura diferente.
Esse também foi o seguro que levamos durante a nossa hospedagem no Loews Hollywood, em Los Angeles.
Seguro viagem cobre COVID?
Sim, hoje a grande maioria dos seguros de viagem oferecem cobertura para casos de COVID. Mesmo assim, vale a pena conferir a apólice antes de contratar para entender exatamente quais situações estão incluídas.
Na época da pandemia, essa era uma das maiores preocupações de quem ia viajar. Hoje, felizmente, isso mudou bastante. Como a COVID passou a fazer parte da realidade do mundo todo, a maioria dos seguros já inclui esse tipo de atendimento nas coberturas.
No nosso caso, por exemplo, o seguro que contratamos para os Estados Unidos incluía cobertura para despesas médicas, hospitalares e odontológicas com extensão para COVID.
Mesmo assim, eu sempre faço a mesma recomendação: antes de contratar qualquer seguro, confira a apólice. Pode parecer exagero, mas leva poucos minutos e você embarca sabendo exatamente o que está coberto.
Durante os dias em que ficamos hospedadas no Riu Plaza Manhattan Times Square, viajamos com essa cobertura.
Seguro viagem cobre doenças preexistentes?
Depende do plano contratado. Alguns seguros oferecem cobertura para intercorrências relacionadas a doenças preexistentes, enquanto outros excluem esse tipo de atendimento ou estabelecem condições específicas.
Essa é uma daquelas situações em que eu não gosto de assumir nada. Se eu tivesse uma doença preexistente e estivesse contratando um seguro, faria questão de conferir essa informação na apólice antes de fechar a compra.
Isso porque nem toda ida ao hospital acontece pelo mesmo motivo. Imagine, por exemplo, uma pessoa que tem diabetes, hipertensão ou lúpus e precisa de atendimento durante a viagem. Dependendo do plano, essa situação pode ter uma cobertura diferente de alguém que precisou de atendimento por causa de uma gripe ou de um acidente.
A minha dica é simples: se você tem qualquer condição de saúde que já existia antes da viagem, converse com a seguradora ou com a corretora antes de contratar o seguro. É muito melhor tirar essa dúvida enquanto está planejando a viagem do que descobrir a resposta quando já estiver no destino.
No fim das contas, ler a apólice continua sendo a melhor forma de entender exatamente o que está coberto. Pode parecer um detalhe, mas alguns minutos de leitura evitam muita dor de cabeça depois.
Enquanto organizava a viagem, também pesquisei bastante sobre onde reservar hotel em Nova York.
Seguro viagem do cartão de crédito vale a pena?
Depende. Eu não deixo de contratar um seguro viagem só porque o meu cartão oferece esse benefício.

Muita gente fala que o seguro do cartão já resolve tudo. Mas existem algumas regras que você precisa conhecer antes de confiar apenas nele.
- Nem todo cartão oferece seguro viagem. Normalmente, esse benefício está disponível apenas em cartões de categorias superiores.
- Em muitos casos, a passagem precisa ter sido comprada com aquele cartão. Na minha viagem, por exemplo, isso nem seria possível, porque as passagens foram um presente de aniversário da minha família.
- Antes de viajar, é preciso emitir a apólice. Não adianta chegar ao hospital dizendo que o cartão tem seguro se essa etapa não foi feita.
Outro ponto que sempre me faz pensar duas vezes é o reembolso. Em muitos cartões, você paga o atendimento primeiro e só depois solicita o dinheiro de volta. Além de precisar desembolsar um valor que pode ser alto, ainda existe a variação do dólar até o reembolso.
Por isso, mesmo tendo um cartão que oferece seguro viagem, eu continuo contratando um seguro sempre que viajo para o exterior. Para mim, vale mais a pena resolver um problema de saúde sem precisar me preocupar com limite do cartão, reembolso ou cotação do dólar.
Como contratar um seguro viagem para os Estados Unidos?
Contratar um seguro viagem é mais simples do que parece. Em poucos minutos, você compara preços, escolhe a cobertura ideal e recebe a apólice por e-mail.
Foi assim que fizemos antes da nossa viagem. Nós costumamos usar a Seguros Promo porque ela reúne planos de várias seguradoras no mesmo lugar, o que facilita bastante na hora de comparar preços e coberturas.
O processo é bem simples:
- Acesse o site da Seguros Promo.
- Informe o destino e as datas de embarque e retorno ao Brasil.
- Compare os planos disponíveis e escolha o que faz mais sentido para a sua viagem.
- Preencha os dados dos viajantes e escolha a forma de pagamento.
- Finalize a compra e aguarde a apólice chegar no seu e-mail.
Antes de embarcar, eu ainda faço mais duas coisas: salvo a apólice no celular e anoto os telefones de atendimento da seguradora. Felizmente nunca precisei usar, mas prefiro viajar com tudo à mão.
Por que usamos a Seguros Promo?

Nós usamos a Seguros Promo há anos porque ela permite comparar diversas seguradoras em um só lugar. Como a empresa negocia um grande volume de vendas, normalmente consegue oferecer preços melhores do que contratar diretamente com cada empresa.
Outra vantagem é que quase sempre existe alguma promoção disponível. Além dos descontos do próprio site, o pagamento via Pix costuma garantir um desconto extra.
Na nossa viagem para os Estados Unidos, por exemplo, o seguro custava cerca de R$ 483, mas, depois de aplicar o cupom e pagar via Pix, o valor caiu para pouco mais de R$ 320.
Quais seguradoras aparecem na Seguros Promo?
Quando você faz uma cotação na Seguros Promo, normalmente encontra planos de seguradoras como SulAmérica, Affinity, Intermac Assistance, GTA, Hero Seguros e Universal Assistance.
Em vez de pesquisar uma empresa por vez, você consegue comparar preços e coberturas na mesma tela.
| Seguradora | O que comparar |
| SulAmérica | Cobertura médica |
| Affinity | Benefícios do plano |
| GTA | Limites das coberturas |
| Intermac | Assistências incluídas |
| Hero | Valor da cobertura |
| Universal | Custo-benefício |
Depois de contratar o seguro, começamos a organizar o nosso roteiro de 8 dias em Nova York.
Como usar o seguro viagem nos Estados Unidos?
Se você precisar usar o seguro viagem nos Estados Unidos, o primeiro passo é entrar em contato com a seguradora antes de procurar atendimento. Ela vai orientar qual hospital ou clínica você deve procurar e explicar como funciona o atendimento.

Felizmente, em mais de 10 anos fazendo viagens internacionais, eu nunca precisei acionar o seguro viagem. Mesmo assim, esse é um procedimento que eu já decorei.
Na hora do nervoso, a última coisa que eu quero é ficar procurando informação. Por isso, sempre deixo a apólice salva no celular e já sei o que fazer.
Inclusive, a própria Seguros Promo reforça, no e-mail de confirmação da compra, que é importante ler o Manual do Segurado e as Condições Gerais antes da viagem. Ela também recomenda levar a apólice com você, impressa ou salva no celular.
O processo costuma funcionar assim:
- Entre em contato com a seguradora. Use os telefones informados na apólice antes de procurar atendimento. A central vai analisar o seu caso e indicar a melhor forma de seguir.
- Informe onde você está. A seguradora verifica se existe uma rede credenciada próxima da sua localização e indica o hospital, clínica ou consultório para o atendimento.
- Siga as orientações da central. Em muitos casos, o atendimento é realizado diretamente na rede credenciada, sem que você precise pagar pelos custos médicos. Quando isso não for possível, a seguradora explica como funciona o reembolso.
- Guarde todos os documentos. Se o atendimento acontecer por reembolso, é fundamental guardar laudos médicos, receitas, notas fiscais e comprovantes de pagamento. Esses documentos poderão ser solicitados para análise do processo.
- Solicite o reembolso, quando necessário. Depois da viagem, basta enviar a documentação exigida pela seguradora para que ela faça a análise e o pagamento, respeitando os limites previstos na sua apólice.
Nós precisamos usar o seguro viagem?
Não. Durante a nossa viagem pelos Estados Unidos, nós não precisamos acionar o seguro viagem em nenhum momento. Mesmo assim, viajar seguradas fez a diferença.
Como eu contei ao longo deste artigo, felizmente nunca precisei usar o seguro viagem em nenhuma das minhas viagens internacionais.
Eu já levei tombo na Itália, já enfrentei temperaturas de até -10°C nos Estados Unidos e já passei por situações em que poderia ter precisado de atendimento. Ainda assim, nunca foi necessário entrar em contato com a seguradora.
E, sinceramente, espero que continue sendo assim. Mas uma coisa não tem relação com a outra.
O fato de eu nunca ter precisado usar o seguro não significa que ele tenha sido dinheiro jogado fora. Pelo contrário. Eu viajei sabendo que, se acontecesse algum problema, teria para quem ligar e não precisaria arcar sozinha com uma conta médica que poderia custar milhares de dólares.
É igual ao seguro do carro ou da casa. A gente faz torcendo para nunca precisar usar.
Hoje, eu nem considero viajar para o exterior sem seguro viagem. Na verdade, em muitas viagens dentro do próprio Brasil eu também contrato um seguro, porque acho que a tranquilidade faz parte da experiência.
A gente nunca sabe o dia de amanhã.
E, para mim, é muito melhor voltar para casa pensando que paguei por um seguro que não precisei usar do que precisar dele e descobrir, tarde demais, que resolvi economizar justamente nessa parte da viagem.
Mesmo visitando atrações como o Edge NYC, felizmente não precisamos usar o seguro.
Como economizar na contratação do seguro viagem?
Dá para economizar no seguro viagem sem abrir mão de uma boa cobertura. Na maioria das vezes, basta pesquisar com calma e aproveitar os descontos disponíveis.
Estas são as estratégias que eu costumo seguir:
- Compre o seguro logo depois de emitir as passagens. Além de já deixar essa etapa resolvida, alguns planos oferecem cobertura para cancelamento de viagem. Se acontecer algum imprevisto antes do embarque, você pode receber parte dos prejuízos de volta, conforme as condições da apólice.
- Compare diferentes seguradoras. Nem sempre o plano mais barato é o que faz mais sentido para a sua viagem. Vale a pena comparar preço, coberturas e benefícios antes de decidir.
- Aproveite cupons e promoções. Plataformas como a Seguros Promo costumam oferecer cupons de desconto e, em alguns períodos, condições especiais de pagamento.
- Escolha uma cobertura adequada para o seu perfil. Não faz sentido pagar por coberturas que você não vai usar. Se a sua viagem não inclui esportes radicais, por exemplo, talvez não seja necessário contratar um plano com esse tipo de proteção.
- Evite deixar para a última hora. Além de perder promoções, você também pode abrir mão de coberturas importantes que passam a valer antes mesmo do embarque, como o cancelamento de viagem.
Na nossa viagem para os Estados Unidos, por exemplo, compramos as passagens em agosto, mas deixamos para contratar o seguro apenas em novembro, durante a Black Friday. Economizamos um bom dinheiro, mas, olhando hoje, eu faria diferente.
O dinheiro que economizamos no seguro acabou ajudando no orçamento de atrações como os observatórios de Nova York.
Afinal, vale a pena contratar um seguro viagem para os Estados Unidos?
Para mim, sim. Depois da nossa viagem de 17 dias pelos Estados Unidos, eu faria exatamente a mesma escolha e contrataria um seguro viagem novamente.

Felizmente, nós não precisamos acionar o seguro em nenhum momento. Mesmo assim, saber que estávamos protegidas fez parte da viagem. Em um destino onde um atendimento médico pode custar milhares de dólares, eu prefiro viajar preparada.
Outro ponto que me deixou satisfeita foi a facilidade da contratação. Fizemos tudo pela internet, comparamos diferentes seguradoras, aproveitamos um desconto e recebemos a apólice por e mail poucos minutos depois da compra.
Se hoje eu estivesse organizando outra viagem para os Estados Unidos, contrataria o seguro logo depois de comprar as passagens. Escolheria uma cobertura compatível com o roteiro e viajaria sabendo que, se algum imprevisto acontecesse, teria suporte.
No fim das contas, o seguro viagem é aquele tipo de serviço que a gente espera nunca usar. E, sinceramente, eu torço para que continue sendo assim em todas as minhas viagens.
Foi com essa mesma tranquilidade que visitamos atrações como o Summit One Vanderbilt durante a viagem.
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Perguntas frequentes
Não existe um único seguro que seja o melhor para todo mundo. O ideal é comparar as coberturas, escolher um plano compatível com o seu roteiro e não decidir apenas pelo menor preço. Confira também as nossas dicas e a cobertura que escolhemos no Malas e Destinos.
Eu recomendo contratar o seguro logo depois de comprar as passagens. Assim, dependendo da apólice, você já pode contar com cobertura para cancelamento de viagem antes mesmo do embarque. Veja no Malas e Destinos como economizar e escolher o momento certo para contratar.
Pode. O seguro não é obrigatório para entrar nos Estados Unidos. Mesmo assim, eu não viajaria sem ele por causa do alto custo da saúde no país. No Malas e Destinos, mostramos quanto custa um atendimento médico e por que consideramos esse investimento indispensável.
Na maioria dos casos, sim, mas isso depende da apólice contratada. Antes de comprar, confira quais são os limites de indenização e as situações cobertas. No Malas e Destinos, mostramos exatamente o que estava incluído no seguro que usamos durante a nossa viagem.


